Opinião

Thiago Peixoto: ‘A busca pelos melhores’

Deputado federal Thiago Peixoto (PSD-GO) escreve sobre o desafio da formação de capital humano, tema de destaque do Encontro de Altas Autoridades Brazil Rising: “Uma nova Gestão Pública para um Novo Brasil”

08/12/2017

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Thiago Peixoto, deputado federal pelo PSD de Goiás

 

Em uma era de transformações constantes, muito em função da tecnologia, um dos principais desafios mundiais é a formação do capital humano a ponto de estar capacitado para lidar com novas exigências. Essa é preocupação presente também no Estado. Um melhor funcionamento da máquina pública passa pela necessidade de qualificação tanto de nossos agentes políticos quanto do corpo de servidores públicos. Eles juntos, afinal, são responsáveis pela elaboração, aprovação e execução das políticas públicas, além da entrega de resultados à sociedade. E se falta eficiência nas engrenagens, a máquina falha.

Essa foi uma das premissas do Encontro de Altas Autoridades Brazil Rising: “Uma nova Gestão Pública para um Novo Brasil”, realizado recentemente na Universidade de Yale, Estados Unidos. Além da anfitriã, participaram da organização a Universidade de Oxford e a Fundação Lemann. Foram 30 brasileiros presentes, entre autoridades governamentais, empresariais, acadêmicas e representantes da sociedade civil.

Em Yale, tratamos sobre pontos importantes, entre eles as formas de atrair, reter e desenvolver as melhores pessoas para a atuação governamental. Além de falar sobre a realidade brasileira e perspectivas, foi possível ter acesso a experiências de países como Estados Unidos, Chile, Singapura e Peru. Foi mostrado o que vem sendo feito de inovador para qualificar o serviço público.

Essa qualificação é ponto de partida fundamental. Afinal, a qualidade do serviço público nunca será maior do que a qualidade dos funcionários. Nesse sentido, se faz essencial atrair os melhores e prepará-los para os desafios. E quando falamos na atração de talentos, isso indica, inclusive, a necessidade de pensar em novos métodos de entrada que foquem em competências e não só em provas teóricas. E, depois, criar sistema de meritocracia que valorize os que apresentem melhor desempenho.

Entre os participantes do Brazil Rising estavam representantes de diferentes grupos políticos. Mas não houve discordância quanto à necessidade de melhorar a gestão e o serviço públicos. Diante da constatação, cabe a nós, a partir de agora, trabalhar na construção de um modelo viável para inserir nosso País em uma realidade cada vez mais desafiadora. E termos na engrenagem pública as melhores peças para fazer o mecanismo funcionar da melhor forma possível.

Publicado na edição de 6 de dezembro de 2017 do jornal O Popular, de Goiânia

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