MILITÂNCIA

No Rio, trabalho do PSD Mulher trouxe resultados nas eleições

Helaide Teixeira ao lado da coordenadora nacional do PSD Mulher, Alda Marco Antonio, e da secretária nacional do núcleo feminino e segunda suplente de senadora, Ivani Boscolo

 

A eficiência da gestão de Helaide Teixeira à frente do PSD Mulher do Rio de Janeiro pode ser traduzida em números. Nas eleições de 2018, o núcleo lançou 46 concorrentes, o maior número de candidatas da sigla. Além disso, elegeu uma representante para a Câmara Federal, outra para a Assembleia Legislativa e a segunda suplente de senador, a empresária Renata Guerra, que integrou a chapa vitoriosa de Arolde de Oliveira.

Única mulher eleita deputada federal pelo partido, a pastora e cantora gospel Flordelis dos Santos de Souza foi a quinta mais votada no Estado, com 196.959 votos. Disputando pela primeira vez o cargo de deputada estadual, a locutora e radialista Rosane Félix elegeu-se com 53.644 votos.

“O balanço que faço da nossa campanha no Rio de Janeiro é muito positivo. O resultado fala por si. O que me propus a fazer quando assumi a coordenação eu cumpri”, afirma Helaide, que tomou posse no cargo há um ano.

Na semana passada, ela esteve na sede do PSD, na capital paulista, onde foi recebida por militantes e a coordenadora nacional do núcleo feminino do partido, Alda Marco Antonio. “Foi uma visita de cortesia, para agradecer todo o apoio que nós recebemos da Alda e da direção nacional”, explicou Helaide, que diz ter ficado impressionada com a qualidade das militantes, “com bons posicionamentos e engajadas em projetos e ações sociais.”

Alda retribuiu o elogio e disse que “o PSD Mulher Nacional se orgulha de sua coordenadora no Rio de Janeiro. Helaide Teixeira é uma companheira segura, tem clareza do papel da mulher na política e fortalece nossa luta por mais mulheres na política.”

Helaide também destacou a decisão do PSD Mulher Nacional de promover cursos sobre o uso das redes sociais nas campanhas eleitorais a partir de 2019. “O resultado das eleições, com a vitória do presidente Jair Bolsonaro, nos deixou a constatação de que as candidatas precisam ter mais orientações sobre como usar as redes sociais de forma política”, ressaltou a coordenadora, que já está de olho nas próximas eleições municipais.

“Vou fazer um trabalho muito mais abrangente para 2020, com palestras específicas sobre como o partido funciona e como é a política partidária. As candidatas têm de entender que, mesmo não se elegendo, são peças importantíssimas dentro do processo eleitoral, porque a soma dos votos pode garantir mais uma cadeira. Pretendo eleger, somente na cidade do Rio de Janeiro, duas vereadoras. No Estado, umas 20. Talvez a gente consiga eleger até prefeitas”, frisou.