Saúde

Casos de dengue diminuem 86,4% em Cotia

Apesar do bom resultado no primeiro semestre, o município administrado por Rogério Franco (PSD) vai manter as ações de combate aos focos de Aedes aegypti durante todo o ano

14/07/2017

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Ações de prevenção continuarão neste inverno

O número de casos confirmados de dengue em Cotia, cidade administrada pelo prefeito Rogério Franco (PSD), caiu 86,4% no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2016. De acordo com dados divulgados pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do município, de janeiro a junho deste ano, dos 127 casos notificados como suspeitos apenas 29 deram positivo. No primeiro semestre de 2016, foram notificados 797 casos, com 214 confirmações.

O resultado positivo, contudo, não irá diminuir os esforços do Departamento e as ações de combate aos focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti devem durar o ano todo, mesmo em período de estiagem. “Não muda nada do programa de combate. Continuamos com as ações de bloqueio de casa a casa, onde tem notificação e acompanhamento de pontos estratégicos”, destacou a coordenadora da Vigilância, Páscoa Bichiato.

Ao longo desta semana, por exemplo, a equipe de combate ao mosquito percorreu a região de Caucaia do Alto, orientando os moradores e vistoriando quintais. Se as ações pararem neste período de seca, o risco de epidemia é maior no verão. “Temos em Cotia muitas casas com piscina e, mesmo que não estejam sendo utilizadas no frio, a água precisa ser filtrada e clorada”, alertou Páscoa.

A coordenadora ressaltou que a população deve continuar mantendo caixas d’água bem fechadas, garrafas e outros recipientes tampados ou virados com a boca para baixo, eliminar vasos de plantas ou colocar areia para evitar a água parada, entre outros cuidados.

Chikungunya – Neste primeiro semestre, Cotia registrou ainda a diminuição do número de casos suspeitos de chikungunya ante o mesmo período de 2016, de 35 para 13, com apenas uma confirmação. No caso do Zika Vírus, foram três notificações, mas nenhum caso deu positivo. “A prevenção ainda é o melhor combate ao mosquito e às doenças que ele transmite”, frisou a coordenadora.

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