ELEIÇÕES 2018

Merisio diz que segurança será sua prioridade no governo

O candidato do PSD ao Governo de Santa Catarina, Gelson Merisio, afirmou em entrevista na TV que, caso eleito, dedicará os três primeiros da gestão a “enfrentamento muito duro” da violência

13/09/2018

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Merísio enumerou as principais ações: “Fechar as fronteiras, combate efetivo do crime organizado e facções,; uma redistribuição e um novo modelo para o sistema carcerário”

 

 

O candidato do PSD ao Governo de Santa Catarina, Gelson Merisio, garantiu nesta quarta-feira (12) que, caso eleito, nos três primeiros anos de seu governo a prioridade será segurança pública. A afirmação foi feita durante entrevista (veja aqui) ao programa Jornal do Almoço, da NSC TV, afiliada da Rede Globo, onde o candidato disse que apenas um “enfrentamento muito duro” na área fará com que o governo volte a ter controle do Estado, para que outras áreas funcionem plenamente, a exemplo de saúde, turismo e educação.

Merisio lembrou que “segurança pública tem que ser uma decisão da sociedade. Se eu for eleito governador, a grande prioridade do Estado, nos próximos três anos, é segurança pública. E prioridade pressupõe recurso, porque senão é só discurso. R$ 2 bilhões em tecnologia, 5 mil policiais da reserva, envolvimento de todos os agentes do estado: juiz, promotor, os prefeitos, pra que a gente tenha um combate muito duro nos próximos três anos”.

Ele enumerou as principais ações. “Fechar as fronteiras, combate efetivo do crime organizado e facções, e nós temos que ter uma redistribuição e um novo modelo para o sistema carcerário, discutirmos sem transferência de responsabilidade”, completou.

O candidato do PSD destacou ainda que não vai lotear cargos comissionados para os partidos de sua aliança política, formada por 15 siglas, além do PSD, PP, PSB, DEM, PRB, PDT, SD, PSC, PROS, PCdoB, PV, PHS, Podemos, PRP e PPL. “Desde a primeira reunião, ficou claro que nós acabaríamos com a geografia das urnas, que quem participasse do projeto saberia que não teria cargo para indicar no governo. Aliás, não é só os partidos. Os parlamentares também sabem disso. Então a indicação política de parlamentar para cabo eleitoral ou pra posto no governo não vai ser feito por nenhum deputado”, disse.

Ele lembrou que tem “a pretensão de aumentar a dívida” do Estado. “Para investir em infraestrutura, que é fundamental para o crescimento da economia, você tem que ter alavancagem a longo prazo. Porque a competitividade que se ganha com esse investimento vai gerar impostos que vão pagar o financiamento”, explicou.

Merisio afirma que o aumento é viável e legal. “A dívida é um problema de longo prazo, que tem que ser sempre equacionada, renegociada, mas o perfil da nossa dívida é absolutamente sustentável. Aliás, o Tesouro Nacional diz que pode se ter até 200% da sua receita líquida com financiamento ao longo prazo. Nós temos 43%, com a nova planilha vai pra 53%. Mas ainda muito longe do limite”, falou.

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