Câmara

Proposta estabelece autonomia da Polícia Federal

Associação de policiais entregou carta de apoio ao projeto apresentado por ex-deputado do PSD. A medida tem o apoio do líder da bancada do partido, o deputado mineiro Marcos Montes

27/10/2017

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O líder Marcos Montes e o suplente de senador Alexandre Silveira.

 

Apresentada pelo ex-deputado federal e atual suplente de senador Alexandre Silveira, e apoiada pelo líder da bancada do PSD na Câmara, Marcos Montes (PSD-MG), a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que estabelece a autonomia da Polícia Federal recebeu esta semana o apoio da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal. A associação entregou na quarta-feira (25), à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara, carta que recebeu mais de meio milhão de assinaturas pela internet.

O documento afirma que, por estar atualmente subordinada ao Poder Executivo, a PF está “vulnerável a interferências políticas dos governantes de plantão”, o que “a impede de combater o crime organizado e a corrupção de forma mais efetiva”. Para o líder Marcos Montes, “dar autonomia à Polícia Federal é fortalecer a democracia”.

Convidado a participar do ato, o autor da PEC 412, Alexandre Silveira (PSD-MG), comemorou o resultado da audiência. “Defendemos aqui uma Polícia Federal mais forte, para dar continuidade ao brilhante e respeitado trabalho que vem sendo executado no combate à corrupção, ao o crime organizado, ao tráfico internacional de drogas, sem sujeição as intempéries políticas.”

O deputado Rodrigo Pacheco, presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, também afirmou ser favorável a PEC. “Nesse pouco mais de um ano à frente da CCJ, conseguimos avançar muito. A proposta estabelece uma autonomia importante para uma entidade fundamental”.

Líderes de movimentos sociais independentes como Carla Zambelli (Nas Ruas) e Maurício Vidal (Movimento Brava Gente Brasileira) e Fernando Gesse (Observa Brasil) também acompanharam a solenidade. Também participaram como representantes do Orgulho Nacional, Movimento Brasil Livre (MBL) e Mulheres da Inconfidência.

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