ECONOMIA

Bertaiolli defende estímulo aos negócios para retomada pós-pandemia

Para deputado do PSD-SP, apesar dos sinais de recuperação econômica, o cenário no País ainda está distante do ideal. "É preciso acabar com os obstáculos que impedem a geração plena de empregos"

11/11/2021

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O deputado Marco Bertaiolli: “Sem empresa, não há emprego e sem emprego não há desenvolvimento econômico e social”

 

Redação Scriptum

 

É necessário acabar com os obstáculos burocráticos que inviabilizam a plena geração de empregos, criar um ambiente de negócios seguro e “aproximar o Brasil real do Brasil que faz as leis”. A afirmação foi feita pelo deputado federal Marco Bertaiolli, do PSD de São Paulo, durante o seminário Os Desafios de Empreender e Gerar Empregos, promovido na terça-feira (9) pelo Instituto Unidos Brasil. Realizado em Brasília, o evento reuniu cerca de 200 empresários, que discutiram alternativas para a retomada econômica pós-pandemia. “É preciso dar segurança ao empreendedor para que ele invista e mantenha seus negócios no País. Sem empresa, não há emprego e sem emprego não há desenvolvimento econômico e social”, afirmou o deputado. Em sua apresentação, o parlamentar também destacou a importância da realização de reformas estruturais e da simplificação do sistema tributário. “O nosso país precisa de previsibilidade para fomentar o empreendedorismo.”

Coordenador da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), Bertaiolli apresentou dados que demonstram o início da recuperação econômica, mas ponderou que o cenário ainda está muito distante do ideal. “Não estamos nem perto de uma situação aceitável. Cerca de 54 milhões de pessoas estão abaixo da linha da pobreza e vivem com uma renda per capita de menos de R$ 500 por mês.”

O deputado lembrou, ainda, que pesquisa recente divulgada pelo IBGE registrou um total de 13,7 milhões de desempregados. O levantamento reuniu dados referentes aos meses de junho, julho e agosto, e demonstrou uma pequena queda em relação ao trimestre anterior, quando o montante ultrapassava a marca de 14 milhões. “Depois desta pandemia econômica, o Brasil começa a dar os primeiros sinais de recuperação. Por isso, o momento agora é de foco, transparência e muita seriedade, deixando as picuinhas de lado e colocando o país acima das colorações partidárias.”

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