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Internações diminuem e Rio avança na flexibilização

Situação da pandemia melhora e a gestão de Eduardo Paes (PSD) anuncia redução nas exigências de distanciamento em academias e locais de lazer, além de aumento de público em teatros e cinemas

10/09/2021

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O prefeito Eduardo Paes

 

A gestão do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), anunciou na sexta-feira (10) um novo avanço no processo de flexibilização de medidas de isolamento contra a covid-19. Na nova fase, serão reduzidas as exigências de distanciamento entre frequentadores de academias, centros de treinamento e piscinas, ao mesmo tempo em que se permite aumento de 40% para 60% na capacidade de público para teatros, cinemas, parques, museus e pontos turísticos.

As medidas constam de decreto municipal publicado na sexta, que mantém medidas restritivas na capital até 20 de setembro. Nos espaços para atividades esportivas, a distância exigida entre as pessoas baixou de 4 metros para 1 metro.

A Prefeitura carioca já havia liberado antes a presença de público em jogos do Flamengo no Maracanã a partir da semana que vem. A gestão do prefeito Eduardo Paes pretende começar a realizar eventos-teste para analisar o comportamento da pandemia na capital fluminense.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, explica que o novo passo na flexibilização das medidas de isolamento é consequência da queda dos números referentes à pandemia. “A gente tem redução de internados, hoje são menos de 700 pessoas e já chegaram a ser 1.400 pessoas… vemos queda muito expressiva na demanda por leitos”, disse. “A gente tem uma tendência de queda mesmo com a Delta. Em resumo, uma redução de internação, casos e óbitos”, acrescentou.

A variante Delta do coronavírus, que é mais contagiosa, representa 96% dos casos de covid na capital e cerca de 85% no Estado, mas o avanço da vacinação tem ajudado a “amortecer” o impacto da variante, afirmam autoridades.

Na quinta-feira (9), o Estado do Rio de Janeiro bateu recorde de casos em um só dia, com quase 18 mil registros, mas segundo o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, a magnitude está ligada ao represamento de dados estatísticos após o feriado prolongado de 7 de Setembro. “A tendência se vê por ocorrência e sintomas. A epidemia não está piorando. A tendência é de queda, mas com transmissão ainda significativa”, disse ele.

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