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Minas e Energia

‘Brasil é celeiro mundial da transição energética’, afirma Alexandre Silveira

Ministro faz balanço das principais conquistas de sua gestão em 2023, entre elas os leilões de linhas de transmissão de energia elétrica, que garantiram R$ 40 bilhões em investimentos no setor

29 de dez de 2023

O ministro Alexandre Silveira destaca a realização dos maiores leilões de linhas de transmissão de energia elétrica da história do País.

Redação Scriptum com Ministério de Minas e Energia

O ano de 2023 foi marcado pela retomada de investimentos e a reestruturação de setores fundamentais para o desenvolvimento do Brasil, que se estabeleceu como “grande celeiro mundial da transição energética”. A afirmação é do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que destaca entre os avanços conquistados por sua gestão a realização dos maiores leilões de linhas de transmissão de energia elétrica da história do País. Os certames garantiram R$ 40 bilhões em investimentos no setor e devem gerar cerca de 100 mil empregos diretos e indiretos.

Ao todo, serão cerca de 10,5 mil quilômetros de linhas de transmissão em diversos estados brasileiros. “Este ano foi muito desafiador e, ao mesmo tempo, de muita evolução. Investimos fortemente na elaboração do planejamento estratégico do ministério, especialmente no que se refere à questão tarifária da energia elétrica, cujo modelo ainda onera o consumidor mais vulnerável. Agora, com toda a estrutura pavimentada, concentramos esforços no investimento do Brasil como o grande celeiro mundial da transição energética, em função das potencialidades naturais que o país possui”, afirma Silveira.

O ministro ressalta, ainda, que serão investidos US$ 30 bilhões em projetos de hidrogênio de baixo carbono no país, o que vai garantir a geração de milhares de empregos. “Estamos tirando a transição energética do papel. Estou falando de abraçarmos a diversidade das nossas matrizes. Estou falando de energia eólica, solar e das hidrelétricas. Estamos na vanguarda dos combustíveis renováveis, com o etanol e o biodiesel. Estará fora do mercado global quem não investir na transição energética justa e inclusiva. Temos o desafio de desenvolver uma grande indústria nacional para toda a cadeia do hidrogênio, dos biocombustíveis, da mineração estratégica. O Brasil não só está dentro desse importante processo que é a transição energética, como já se mostra protagonista nesta demanda mundial”, destaca Silveira.

Luz para Todos

Criado em 2003, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o programa Luz para Todos foi retomado pelo Ministério de Minas e Energia em agosto deste ano. Em 2023, o programa alcançou a meta de 61,5 mil famílias atendidas, com investimento de R$ 1,25 bilhão. A região Norte responde por 45 mil dessas ligações, entre localidades rurais e da Amazônia Legal.

Para 2024, a meta do programa no PAC é atender 75 mil unidades consumidoras com o serviço público de distribuição de energia elétrica. Os investimentos previstos chegam a R$ 2,5 bilhões e vão contemplar cerca de 300 mil pessoas em áreas rurais e regiões remotas da Amazônia Legal. “O objetivo é beneficiar mais de 500 mil famílias até 2026, porque não existe justiça social sem energia elétrica para todos. Nosso foco é garantir a universalização da energia e criar um ambiente favorável para uma transição energética justa e inclusiva”, explica o ministro.

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