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Com apoio do PSD, comissão aprova limite para os gastos públicos

Para o líder do partido na Câmara, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), esse é um passo muito importante para o País. “Não temos outra escolha que não seja cortar e limitar gastos”, afirmou

07 de out de 2016

Com voto favorável do PSD, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos foi aprovada por 23 votos a 7, nesta quinta-feira (6), na comissão especial que analisa o tema. Segundo o líder da bancada do partido na Câmara, Rogério Rosso (PSD-DF), a aprovação é muito importante. “ Temos que ter coragem para dar esse passo, tão importante para o nosso país. Não temos outra escolha, que não cortar e limitar os gastos. Temos convicção do que estamos defendendo”.

As discussões sobre a viabilidade da PEC, começaram cedo na Câmara, mais precisamente as 11h30 da manhã. Foram cerca de nove horas de discussões acaloradas. A oposição iniciou o debate defendendo que a PEC é anticonstitucional, pois seria impossível o cumprimento dos dispositivos.

Deputados que defendem a PEC explicaram que não haverá recursos para saúde e educação se o País entrar em depressão crônica. “Temos que pensar em melhorar a gestão dos gastos e não aumentar os gastos, principalmente em áreas estratégicas, como saúde e educação. Vivemos uma realidade em que é impossível pensar em aumentar tributos. A tarefa de reduzir a inflação também é árdua. Não temos outros caminhos a seguir, que não seja a aprovação dessa PEC”, defendeu o deputado Thiago Peixoto (GO). O parlamentar informou que países como o Peru, a Austrália e os Estados Unidos já tomaram essa medida de limitar os gastos e se saíram muito bem.

O governo Michel Temer vem trabalhando pela aprovação da medida junto ao Legislativo. Rogério Rosso, já havia anunciado em plenário esta semana que a bancada do PSD na Câmara fechou posição favorável à PEC. A medida segue agora para análise no plenário, com previsão de votação para a próxima segunda (10). A proposta deve ser aprovada em dois turnos e aceita por pelo menos 308 parlamentares, para então seguir para o Senado.

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