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MUNICÍPIOS

Escola de BH está entre as melhores do mundo

Unidade da rede municipal de ensino de Belo Horizonte é uma das três finalistas de prêmio internacional que estimula a colaboração dos estudantes com a comunidade em que vivem

19 de set de 2023 · Belo Horizonte, educação, Fuad Noman, prêmios

Escola Professor Edson Pisani pode ser a vencedora em duas categorias do concurso

Edição Scriptum com Prefeitura de BH

Uma das escolas municipais de Belo Horizonte está entre as três finalistas do  Prêmio Melhores Escolas do Mundo, criado pela organização global T4 Education. A Escola Municipal Professor Edson Pisani, da Prefeitura de Belo Horizonte, localizada no Aglomerado da Serra, pode ser a vencedora de duas categorias do concurso.

De acordo com a gestão do prefeito da capital mineira, Fuad Noman (PSD), a unidade de ensino já está entre as três melhores em “Colaboração com a Comunidade”, com o projeto “+ Favela – Lixo”, e disputa a final com unidades dos Estados Unidos e África do Sul. E também pode faturar o reconhecimento no Prêmio Escolha da Comunidade, que depende de votação popular. O resultado das duas categorias será divulgado em 4 de novembro.

Para faturar o Prêmio Escolha da Comunidade a escola da rede pública municipal de BH tem que ser a mais votada, dentre as 15 que concorrem. A votação é feita pelo site da organização e vai até às 23h59 do dia 26 deste mês. Se vencer, a unidade de ensino será inserida em um programa da organização que ainda será detalhado.

A Escola Municipal Edson Pisani está no top 3 na categoria “Colaboração com a Comunidade”, e disputa a final com unidades dos Estados Unidos e da África do Sul. O primeiro colocado receberá US$ 50 mil para desenvolver o projeto. Nessa categoria a escolha da melhor iniciativa será feita por júri técnico da organização.

Lixo em debate

A proposta surgiu de uma parceria da unidade de ensino de Belo Horizonte com a Escola de Arquitetura da UFMG para o debate com a comunidade sobre os problemas ocasionados pelo lixo.  As soluções foram construídas em trabalho realizado com os alunos da escola integrada – de 6 a 10 anos – e da EJA, na faixa etária entre 15 e 70 anos. 

Dentre as medidas encontradas está a confecção e instalação gratuita para os moradores de placas ganchos/porta lixo. A estrutura é fixada em cada imóvel, com identificação do número da casa, para evitar que o lixo doméstico seja colocado em locais inapropriados e forme lixões.

Outra solução foi a criação de jardins em locais usados para descarte. A ação é acompanhada da instalação de lixeiras e conscientização dos moradores. Entulho das obras de construção passaram a ser usados para a fabricação de mini gabiões para a estabilização de terrenos na própria comunidade.

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