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Kalil atua e evita colapso do transporte público em BH

Milhares de passageiros foram prejudicados pela paralisação de algumas linhas de ônibus, mas o prefeito de Belo Horizonte se reuniu com empresários e autoridades e conseguiu uma solução para o problema

14 de jan de 2022

Kalil em reunião com empresários do setor de transporte público

Redação Scriptum

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), reuniu-se com vários técnicos e autoridades na quinta-feira (13) para discutir medidas para evitar o colapso do sistema de transporte público na capital de Minas Gerais. Cerca de 100 ônibus não saíram às ruas e 28 linhas ficaram sem atendimento, o que afetou 120 mil passageiros, sendo que novas paralisações estavam previstas. As ações adotadas por Kalil, contudo, surtiram efeito e o transporte coletivo foi normalizado na sexta-feira (14).

Entre as ações adotadas pela Prefeitura, estava a solicitação ao Ministério Público de Minas Gerais para liberação de R$ 4,3 milhões do Fundo Garantidor do Equilíbrio Econômico Financeiro (FGE), que pertencem às próprias empresas de ônibus, com o objetivo de retomar a circulação das linhas de ônibus suspensas por falta de recursos, inclusive para a compra de óleo diesel. O aval foi dado na manhã da sexta-feira, permitindo a normalização da situação.

Além do acesso ao dinheiro, o Ministério Público acertou com a Prefeitura a instauração de um “Procedimento Administrativo para apurar as circunstâncias atuais que justificam ou não o desbloqueio para acesso ao fundo”. O prazo para resposta é de 30 dias e pode ser prolongado, sob justificativa, para mais 30.

As partes envolvidas também combinaram que as empresas não terão mais que repassar R$ 600 mil por mês ao FGE pelo prazo de três meses. Ou até que haja aprovação de um Projeto de Lei sobre as gratuidades.

Kalil já anunciou que enviará à Câmara projeto de lei prevendo o repasse de dinheiro às empresas de ônibus para compensar as gratuidades do sistema de transporte público. Em troca, a tarifa dos ônibus municipais cairia de R$ 4,50 para R$ 4,30. Com isso, o preço de integração também cairia de R$ 1,35 para R$ 1,15. As demais cobranças ficariam congeladas.

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