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Kalil: ‘BH está pronta para retomar aulas presenciais’

Prefeito da capital mineira diz que a cidade se preparou para esse momento como se fosse para “uma guerra”. E recomenda cuidado para evitar euforia com a melhora dos números da pandemia

19 de out de 2021

Kalil garantiu que todas as melhorias necessárias foram realizadas e não se pode reclamar de “falta de tempo” para ajustar os protocolos sanitários

A Prefeitura de Belo Horizonte se preparou para a volta das aulas presenciais na rede pública como se fosse para “uma guerra”. A expressão é do prefeito Alexandre Kalil (PSD), segundo quem o retorno só pode ser autorizado após a liberação pelas autoridades médicas. “Nós esperamos que tudo dê certo, que toda prevenção, todo protocolo que nós exigimos tanto, seja cumprido agora pela educação – que teve tempo de sobra, principalmente a escola pública, para se preparar para esse dia tão importante”, afirmou.

O prefeito da capital mineira garantiu que todas as melhorias necessárias foram realizadas e não se pode reclamar de “falta de tempo” para ajustar os protocolos sanitários.

Quase 88% da população acima dos 12 anos da cidade já receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a covid-19, mas Kalil alerta que não se pode encarar esse momento com euforia. Afirma que ainda não há planos concretos para a realização de grandes eventos, como Réveillon e o Carnaval. Ele sabe da importância das datas para o comércio, mas lembra que a pandemia não vai acabar por “decreto”.

Da mesma forma, ele analisa com discrição o estudo do Imperial College que aponta a capital mineira como referência no combate ao coronavírus. Ressalta, por exemplo, que não há “o que comemorar”, principalmente pela morte de 600 mil pessoas em todo o país.

Para ele, em BH a situação foi acompanhada sem “politicagem”. “Em pandemia, não se comemora nada. Fizemos nosso dever. Descobrimos que tínhamos que fechar, que fazer isolamento, e principalmente, que respirador não salvava vidas. O que salvava vidas era equipar hospitais, equipar UTIs e médicos, equipes de saúde”, afirmou. “Crítica acontece. Aconteceram críticas, que eu recebi com muita tranquilidade, sem arredar pé no que eu achava que tinha que ser feito”, completou.

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