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Nova Odessa (SP) adere a consórcio para comprar vacinas

Prefeito Cláudio José Schooder (PSD), o Leitinho, aderiu à iniciativa da Frente Nacional de Prefeitos. Caso o governo federal não consiga suprir a demanda por imunizantes, entidade vai ajudar os municípios

03 de mar de 2021

O prefeito Leitinho: “Consórcio pode ser importante como alternativa para imunizar a população”

Em Nova Odessa, município de cerca de 60 mil habitantes da Região Metropolitana de Campinas, no interior paulista, o prefeito Cláudio José Schooder (PSD), o Leitinho, anunciou nesta terça-feira (2) que a cidade aderiu ao consórcio da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para a compra de vacinas contra a covid-19. De acordo com a entidade, o consórcio dará suporte aos municípios, caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), do governo federal, não consiga suprir a demanda.

“Esse consórcio pode ser importante como alternativa para buscarmos formas de imunizar a nossa população, salvando vidas e ajudando na retomada, o mais rápido possível, da normalidade das nossas vidas, bem como da economia de Nova Odessa”, destacou o prefeito.

As prefeituras podem assinar o termo para participar da iniciativa até a próxima sexta-feira (5). Ainda segundo a entidade, 649 prefeituras já formalizaram a intenção de aderir e o consórcio deve ser implantado até o próximo dia 22. Além da assinatura, o prefeito deve enviar um projeto de lei à Câmara Municipal para solicitar a autorização da participação da cidade na compra de vacinas.

A entidade avalia formas de financiar a aquisição dos imunizantes, entre elas a utilização de recursos do governo federal, o financiamento por organismos internacionais e as doações de investidores privados brasileiros. “O consórcio não é para comprar imediatamente, mas para termos segurança jurídica no caso de o PNI não dar conta de suprir toda a população. Nesse caso, os prefeitos já teriam alternativa para isso”, explicou o presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Jonas Donizette.

O secretário-executivo da FNP, Gilberto Perre, frisou que a entidade não quer competir com o Ministério da Saúde. “Os desafios são grandes, mas a proposta não é contrapor o governo em relação às vacinas que já estão em contratação. É somar esforços com as que têm potencial. Essa pandemia pode se transformar em endemia e os municípios precisam estar preparados para alcançar resultados positivos com a vacinação.”

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