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Paes aposta na realização do Carnaval ainda este ano

O prefeito do Rio de Janeiro disse acreditar na ciência, que prevê a redução de casos covid-19 nas próximas semanas, e que as escolas de samba continuarão recebendo recursos para manter seus quadros de funcionários

26 de jan de 2022

Eduardo Paes (no centro) em encontro com representantes das escolas de samba

Redação Scriptum com assessoria de comunicação da Prefeitura Rio

Ciente de que o Carnaval é o principal evento turístico do Rio de Janeiro, responsável pela imagem da cidade no mundo inteiro e por boa parte de sua atividade econômica, o prefeito Eduardo Paes (PSD) está confiante na realização do evento este ano, apesar dos recentes avanços da pandemia de covid-19. “Eu acredito na ciência. Vai ter Carnaval esse ano de qualquer jeito”, disse na noite de terça-feira (25), lembrando que a previsão dos especialistas é de que os casos de infecção pela nova variante do coronavírus devem diminuir nas próximas semanas e que tudo vai depender da situação sanitária.

A Prefeitura carioca já cancelou o carnaval de rua na cidade e adiou para abril os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. Em encontro com representantes das escolas de samba, Eduardo Paes garantiu que elas continuarão recebendo os repasses de recursos do município, o que lhes permitirá manter o quadro de funcionários que vêm trabalhando nos barracões da Cidade do Samba e nas quadras de ensaios.

Nesta quarta-feira (26), o secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, afirmou que o atual momento pandêmico é ”preocupante” na cidade devido à quantidade de pessoas internadas que não completaram o ciclo vacinal ou sequer o iniciaram. Além disso, completou, cerca de 630 mil cariocas ainda não retornaram aos postos de imunização para tomar a dose de reforço.

”É um momento muito preocupante. Estamos vendo o número de pessoas sendo internadas aumentando. Infelizmente, pessoas que não se vacinaram, que não foram tomar a dose de reforço no momento correto. É triste ver uma pessoa internada por uma causa que poderia ter sido evitada pela vacina”, afirmou Soranz.

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