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Plano de Fávaro para produzir alimentos sem desmatar

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, comemora a queda de 22,3% no desmatamento na Amazônia e destaca proposta para converter pastagens de baixa produtividade em lavouras

13 de nov de 2023

O ministro Carlos Fávaro: “Enquanto muitos países começam a recuar na produção de alimentos, nós vamos intensificá-la, porque sabemos fazer isso com sustentabilidade”

Edição Scriptum com Ministério da Agricultura e Pecuária

A queda de 22,3% da taxa de desmatamento da Amazônia em 2023, anunciada pelo governo federal na semana passada foi comemorada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, segundo quem “o controle do desmatamento também se faz com políticas públicas direcionadas para boas práticas, como a conversão de pastagens em áreas agricultáveis sem a necessidade de desmatar”.

Ele destacou que sua pasta está comprometida com a produção sustentável e que isso já está sendo reconhecido pelos outros países. “Eu já tenho conhecimento que as indústrias não estão tendo mais dificuldades para comercialização dos produtos brasileiros. Isso é o mundo reconhecendo as ações de sustentabilidade desenvolvidas pelo Brasil”.

O ministro detalhou o programa de conversão de pastagens de baixa produtividade para a intensificar a produção de alimentos de forma sustentável em reunião com a secretária executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, na qual alinhou as propostas do programa desenvolvido pelo Ministério, em iniciativa que é considerada o maior programa de produção sustentável de alimentos do mundo.

Com foco na produção com rastreabilidade e sustentabilidade, sem comprometer as florestas, o programa já foi apresentado por Fávaro em missões oficiais em países como Alemanha, Índia, Indonésia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Coreia do Sul e Japão, atraindo o interesse dos investidores estrangeiros.

A proposta é que sejam incorporados à área de produção mais 40 milhões de hectares de pastagens degradadas ou de baixa produtividade nos próximos 10 anos, intensificando a produção de alimentos sem avançar no desmatamento sobre as áreas já preservadas e com práticas que levem à não emissão de carbono.

“Enquanto muitos países começam a recuar na produção de alimentos, nós vamos intensificá-la, porque sabemos fazer isso com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. O grande legado do presidente Lula é o combate à fome e este programa é, sem dúvida, uma grande ferramenta na segurança alimentar do planeta”, disse o ministro.

Fávaro lembra que nos últimos 50 anos, em que o Brasil teve um incremento de 140% na sua área de produção, o aumento de produtividade foi de 580%, graças à pesquisa e à ciência. Isso fez com que o país deixasse a posição de importador de alimentos para se tornar um dos maiores exportadores do mundo.

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