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DIPLOMACIA

Rodrigo Pacheco defende diálogo entre Rússia e Ucrânia

Presidente do Congresso Nacional divulgou nota oficial manifestando preocupação com o conflito. Outros senadores do partido também opinaram sobre o tema por meio de suas redes sociais

24 de fev de 2022

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

Redação Scriptum com Agência Senado

A importância de um diálogo amplo, pacífico e democrático foi destacada na quinta-feira (24) pelo presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em nota oficial na qual expressou sua inquietação com “o agravamento do conflito entre Rússia e Ucrânia”. Outros senadores do partido também se manifestaram sobre a questão, defendendo uma solução diplomática para a crise. Nesta quinta-feira (24), instalações militares ucranianas foram bombardeadas pelos russos, que também teriam iniciado uma invasão terrestre.

Para o senador Omar Aziz (PSD-AM), “amanhecemos esta quinta-feira com a triste notícia da invasão da Rússia à Ucrânia. Além de ser algo que não gostaríamos de ler, é preocupante pelas vidas perdidas e pelo o que o autoritarismo e falta de respeito à soberania e liberdade de um país podem causar.”

Por sua vez, o senador do PSD goiano Vanderlan Cardoso disse ter a “convicção de que tudo se resolve com diálogo e diplomacia”. Para Alexandre Silveira (PSD-MG), “a invasão da Ucrânia pela Rússia é insustentável. Conflitos militares armados devem ser evitados em qualquer circunstância. São milhões de vidas humanas em jogo. Precisamos lutar pela diplomacia entre as nações e pela paz mundial.”

Veja a íntegra da nota oficial do presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco:

“A exemplo de toda a comunidade internacional, acompanhamos com crescente preocupação o agravamento do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Consoante a política externa brasileira, que historicamente tem-se orientado pela busca da paz e pela solução negociada dos conflitos internacionais, como presidente do Congresso Nacional e, em nome de meus pares, reafirmamos a necessidade de um diálogo amplo, pacífico e democrático com vistas a uma rápida solução negociada que contemple os legítimos interesses das partes envolvidas.

A magnitude da atual crise e sua rápida deterioração têm potencial de impactos político, econômico e social difíceis mesmo de imaginar.

Todavia, nossa crença na democracia, na convivência harmoniosa, no respeito aos direitos humanos e no multilateralismo consagrado pelos princípios das Nações Unidas nos leva a renovar nossa melhor expectativa no que se refere ao encaminhamento de uma solução pacífica, mutuamente acordada, para o atual conflito e condizente, portanto, com o desafio coletivo de levarmos continuamente adiante o processo de crescimento da civilização.”

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