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Tupã (SP) tem queda de 90% nos casos de dengue

Trabalho realizado pela gestão do prefeito Caio Aoqui (PSD) diminuiu a média móvel de casos da doença durante o mês de maio

07 de jun de 2022

O prefeito Caio Aoqui: “Estamos conseguindo controlar a situação e garantir que os cidadãos fiquem seguros”

Redação Scriptum com Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Tupã

Administrado pelo prefeito Caio Aoqui (PSD), o município de Tupã, no interior do Estado de São Paulo, registrou uma queda de 89,71% nos casos de dengue, entre o início de maio e o final do mês. De acordo com o Departamento de Entomologia e Endemias, órgão da Secretaria Municipal de Saúde, entre os dias 1 e 7, foram notificados 476 casos. Na última semana de maio, esse número caiu para 49.

Mesmo com a redução dos casos, a prefeitura vai intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da doença, em todos os bairros da cidade, com população estimada pelo IBGE em 65 mil habitantes. Desde janeiro deste ano, a administração municipal realizou 70.059 visitas a moradores. Além disso, eliminou 12.814 criadouros e 2.775 focos do mosquito. “Todo esse trabalho, que mobiliza as secretarias e a população, está dando frutos. A queda de notificações mostra claramente isso. Infelizmente, tivemos esse pico de casos, mas já estamos conseguindo controlar a situação e garantir que os cidadãos fiquem seguros”, afirma o prefeito.

O secretário municipal de Saúde, Miguel Ângelo de Marchi, disse que estava otimista em relação ao desempenho da cidade no combate à doença, mas reforçou o pedido para que a população colabore com a prefeitura. “É essencial que todos cuidem dos quintais e recebam as equipes do departamento para verificação e eliminação de focos da dengue. Estamos fazendo a nossa parte e precisamos de ajuda também, pois somente juntos poderemos controlar a situação e não repetir o cenário de 2019.”

Nos últimos anos, Tupã enfrentou uma série de problemas por causa da dengue. O prefeito Caio Aoqui assumiu o cargo em maio de 2019, após a cassação de José Ricardo Raymundo, que teve como principal justificativa a omissão do poder público diante da maior epidemia da doença na história do município. Somente entre janeiro e julho daquele ano, foram seis mortes e cerca de seis mil casos.

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