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Belo Horizonte inicia celebração do Mês da Mulher

Gestão do prefeito Fuad Noman (PSD) cria programação especial nos equipamentos culturais da cidade para reconhecer e valorizar o papel fundamental das mulheres na sociedade

29 de fev de 2024

Em BH, programação vai destacar papel das mulheres 

Edição Scriptum com Prefeitura de BH

A gestão do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), criou uma programação especial para marcar o mês em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher – 8 de março. Com o objetivo de homenagear, reconhecer, valorizar e refletir sobre o papel fundamental das mulheres na sociedade, mais de 40 atividades serão realizadas em diversos equipamentos geridos pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Fundação Municipal de Cultura, a exemplo de centros culturais, biblioteca, museus, teatros e cinema.

Na programação estão ateliês, oficinas, exposições, mostras de cinema, rodas de conversa, além de shows e apresentações teatrais. A programação completa referente ao Mês das Mulheres pode ser consultada no Portal Belo Horizonte. Esta iniciativa é resultante das políticas públicas da Prefeitura de Belo Horizonte que têm como diretrizes básicas a universalização do acesso à arte e cultura e à diversidade cultural, à formação e à descentralização das ações.

Durante o mês de março, os centros culturais e bibliotecas municipais oferecem atividades gratuitas em diversas regionais da cidade, destacando o protagonismo feminino na literatura, artes visuais e música. Eventos como “Café, Prosa & História” e “Sarau da Metamorfose” proporcionam reflexões sobre a imagem da mulher na história, e exposições como “Inarredáveis! Mulheres Quadrinistas” celebram a presença feminina nos quadrinhos.

O Cine Santa Tereza celebra o Mês das Mulheres com duas mostras especiais em março. “Retratos: Elas em Destaque” busca explorar trajetórias de mulheres de diferentes contextos, épocas, paisagens e idades, reunindo obras sobre um rico universo de vivências e sensibilidades. São filmes que acompanham mulheres ambientalistas, mães, ativistas, artistas e escritoras, que lutaram e lutam para exercer plenamente suas subjetividades, direitos e propósitos. A mostra tem o apoio da Cinemateca da Embaixada da França no Brasil, do Institut Français e da Aliança Francesa de Belo Horizonte.

História

Os museus públicos municipais também terão uma programação especial dedicada às mulheres. A Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, preparou uma programação especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. No dia 8 de março, das 10h às 18h, uma edição feminina da mostra “Rostos da Pampulha” ocupará o Espaço Cobogó, apresentando figuras emblemáticas da história da Pampulha, como Juracy Guerra, Sá Don´Anna, Sara Kubitschek e Mana Coelho. Além disso, às 14h, no mesmo dia, acontecerá o encontro “Mulheres e o Autismo”, com Sophia Mendonça, mulher trans autista, e sua mãe, Selma Sueli Silva, mulher autista. Elas compartilharão suas experiências e trarão informações sobre as vivências das mulheres autistas.

No dia 8 de março, às 18h30, o espetáculo de dança gratuito “Mulheres em Movimento”, dirigido por Karita Salis, apresenta uma homenagem à força, resiliência e diversidade das mulheres em todo o mundo. A apresentação acontece no Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado, em uma combinação de estilos que incluem contemporâneo, balé, jazz, danças culturais e forró, conduzindo o espectador por uma jornada que reconhece a luta e as conquistas das mulheres ao longo da história.

O Projeto “Expedições do Patrimônio” do mês de março abordará a força, resiliência e resistência das mulheres negras. A expedição acontecerá no Quilombo Souza, no dia 23, e as inscrições serão gratuitas. Os Quilombos belo-horizontinos são espaços marcados pela liderança das mulheres através do matriarcado, símbolo bastante potente da força das mulheres afro-brasileiras. Desenvolvido desde 2019, o Projeto “Expedições do Patrimônio” é uma ação educativa da Diretoria de Patrimônio Cultural e Arquivo Público da FMC. A proposta é permitir que, a cada edição, os participantes possam aprofundar o conhecimento e vivência dos bens materiais e imateriais do Patrimônio Cultural de Belo Horizonte.

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