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Belo Horizonte investe na arborização de ruas e parques

A capital de Minas Gerais tem mais áreas verdes por habitante do que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde, mas a gestão do prefeito Fuad Noman (PSD) quer mais

06 de jun de 2023

Intenção do município é fazer com que, a cada novo ano, o balanço de plantios supere o do ano anterior.

Edição Scriptum com Prefeitura de BH

Na gestão do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), o meio ambiente é uma das grandes prioridades e faz da cidade uma das mais arborizadas do Brasil. De janeiro a maio de 2023, por exemplo, já foram plantadas 6.890 novas árvores da capital, que tem como meta para esse ano um total de 25 mil plantios.

O resultado foi alcançado graças às políticas de compensação ambiental, que destinam recursos para plantios de novas árvores, reflorestamento de áreas degradadas e recuperação de ecossistemas. A intenção do município é fazer com que, a cada novo ano, o balanço de plantios supere o do ano anterior. Em 2022, foram plantadas 17.446 árvores no município – número bem maior que dos anos anteriores. Em 2021, os plantios totalizaram 16.325 novas árvores, quantidade que também já superava as 15.476 mudas de 2020.

As mudas plantadas são de diversas espécies, com um tempo de crescimento que varia de 6 a 10 anos, dependendo da região e local. Elas são destinadas a logradouros públicos, parques e projetos de arborização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente – como Montes Verdes, Miniflorestas e Agroflorestas Urbanas – e também plantadas sob demanda popular, por meio de solicitação no Portal de Serviços da PBH.

A arborização urbana, definida como toda vegetação que compõe o cenário ou a paisagem urbana, é um dos componentes bióticos mais importantes das cidades. Dividida em áreas verdes (parques, bosques, praças e jardins) e arborização de ruas, ela engloba os diversos espaços no tecido urbano passíveis de serem trabalhados com a biodiversidade, e se configura como importante ferramenta para a qualidade de vida de quem habita ou trafega por esses espaços.

Belo Horizonte conta atualmente com uma taxa de áreas verdes por habitante maior que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Conforme aponta o Índice de Áreas Protegidas (IAP) – indicador que calcula, em metros quadrados, a quantidade de vegetação disponível por habitantes em um complexo urbano, aumentou 38% apenas no último ano.

O secretário municipal de Meio Ambiente, Zé Reis, destacou a importância desse trabalho para o equilíbrio ambiental das grandes cidades e o compromisso de Belo Horizonte em torná-lo acessível para todos os munícipes: “Os números falam por si só: a política de compensação ambiental é um viés muito positivo do nosso trabalho. Através dela, entendemos que os processos de urbanização precisam coexistir com a biodiversidade, de forma que ela seja prioritária do ponto de vista do planejamento. Ao lado de um corpo técnico entregue e preparado, o município segue implantando medidas concretas e que garantam a efetividade da arborização urbana, fortalecendo o nosso meio ambiente e entregando qualidade de vida à comunidade através desses processos”, afirma.

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