
“Sem ferir a economia e salvando vidas”, Marquinhos disse ser possível analisar o funcionamento do atacado, academias, bares e restaurantes.
E’ntre quarta e quinta-feira (1) desta semana, o prefeito de Campo Grande (MS), Marquinhos Trad (PSD), deve se reunir com comerciantes e empresários para avaliar a possibilidade de flexibilizar as restrições criadas para reduzir o avanço da covid-19 na cidade e desafogar os hospitais. “Sem ferir a economia e salvando vidas”, Marquinhos disse ser possível analisar o funcionamento do atacado, academias, bares e restaurantes.
Os dados oficiais ainda apontam números altos na pandemia do coronavírus. Com as internações em seu momento de pico e média de cerca de 40 mortes por dia, as restrições impostas até agora ao funcionamento da economia só devem se refletir nos dados a partir da semana que vem. O prefeito acredita que o fechamento das lojas e empresas de serviço deve refletir no número de mortes e internações a partir do domingo (4), data prevista para o encerramento das restrições no decreto do governo estadual. O prefeito diz que a população tem respondido bem aos decretos na Capital.
Trad afirmou nesta segunda-feira (29) que fará flexibilizações a partir do dia 4 de abril, após o final do decreto que determinou restrições em todo o Estado. Inês Santiago, presidente da FCDL (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de MS), ressaltou que a culpa pelo avanço da covid é a promoção de festas clandestinas. “E é responsabilidade do governo do Estado fiscalizar essas festas. Essa conta do aumento de casos não é do varejo, é das aglomerações”, reclamou.
A CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Campo Grande apresentou na segunda-feira ofício com série de reivindicações ao governo do Estado. Entre os pedidos está a redução da pauta fiscal dos combustíveis, que resultará em aumento nos postos a partir do dia 1º de abril.