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CONGRESSO

Frente Agropecuária debate a reforma administrativa

O coordenador do grupo que analisa proposta, Pedro Paulo (PSD-RJ), apresentou as mudanças em discussão

24 de set de 2025

O deputado Pedro Paulo: “Temos que trazer avaliação de desempenho, trazer clareza nas metas, indicadores de eficiência dentro do licenciamento ambiental, por exemplo”

Edição Scriptum com Agência de Notícias FPA

As propostas que estão sendo analisadas pelo Grupo de Trabalho da Reforma Administrativa foram apresentadas pelo coordenador do colegiado, Pedro Paulo (PSD-RJ), à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que manifestou o apoio da bancada do agro às sugestões de modernização do Estado Brasileiro.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), avaliou que a reforma administrativa já deveria ter sido discutida pelo Congresso Nacional para garantir a diminuição do Estado e a racionalidade do gasto público. “A nossa bancada defende uma reforma desde o primeiro dia, antes de qualquer outra reforma. O relatório está muito bem produzido e precisamos reorganizar o gasto público e a estruturação do país. Infelizmente, da parte do governo, não vem o corte na carne, apenas o aumento contínuo de despesas”, explica.

A reforma administrativa encabeçada pelo deputado Pedro Paulo tem quatro eixos: gestão pública com metas, transformação digital dos processos, profissionalização das contratações e combate aos privilégios.

“Temos que trazer avaliação de desempenho, trazer clareza nas metas, indicadores de eficiência dentro do licenciamento ambiental, por exemplo. Precisamos dar nossa contribuição para o setor público e para o agro, com transparência, agilidade e inovação na administração pública que acabam atingindo positivamente o agro”, afirmou o deputado.

Para o deputado Evair de Melo (PP-ES), coordenador de Direito de Propriedade da FPA, trata-se da reforma mais importante e a que mais impacta na administração pública. “Tenho certeza que vamos reordenar e enfrentar a máquina pública para discutir a fundo a questão”, analisou.

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS), coordenador Institucional da bancada, também defendeu o texto. “Isto aqui reordena o processo. A questão dos concursos públicos e dos penduricalhos, por exemplo, são de fundamental importância e precisam ser debatidos dentro do texto”.

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