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ELEIÇÕES 2022

‘Prioridade para investimento na geração de empregos’

Marquinhos Trad, pré-candidato do PSD ao Governo do Mato Grosso do Sul, destaca que seu plano de governo é fortalecer negócios que gerem postos de trabalho para gente do próprio Estado

17 de maio de 2022

O ex-prefeito Marquinhos Trad: “Vamos investir no comércio que já está no local, como fizemos em Campo Grande”

Redação Scriptum

Para garantir a geração de novos postos de trabalho e crescimento da economia, o pré-candidato do PSD ao Governo de Mato Grosso do Sul, ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad, vai dar prioridade aos pequenos e médios empreendimentos já instalados no Estado. “Vamos investir no comércio que já está no local, como fizemos em Campo Grande, onde disponibilizamos 4 milhões de reais para o microcrédito”, afirma Trad.

Marquinhos entende que este tipo de investimento é fundamental para transformação da economia de Mato Grosso do Sul. “Eu quero investir na quitanda, no empório, no armarinho de R$ 1,99. Quero investir na manicure, porque você movimentando o bairro, a região, você diminui até a criminalidade, dá oportunidade de trabalho”, detalhou.

O pré-candidato do PSD quer estabelecer novos critérios para o programa de isenções do Governo do Estado, como forma de garantir a geração de emprego para os moradores de cada região de Mato Grosso do Sul, gerando oportunidade de ocupação das melhores vagas no mercado de trabalho.

“Não adianta você levar apenas a grande indústria. Eu estive visitando grandes indústrias em alguns municípios. Deram incentivos aos montes, isenções em uma multiplicidade assustadora, mas você vai ver o quadro de funcionários e os mais bem remunerados veem de fora. O que sobra para a gente nossa é remuneração de um salário”, lamentou

Marquinhos citou como exemplo o modelo adotado em Campo Grande, com mais de 230 cursos de qualificação; recursos do tesouro municipal para fomentar o empreendedorismo e isenções que garantiram mais de seis mil empregos, com a exigência de contratação no mercado local. “O que falta é boa vontade e exigência. Quer ter isenção? Quer ter benefícios? Contrata gente da terra. O contrato tem que ser feito com pessoas do município e não com pessoas de fora. Isso, nós vamos mudar”, concluiu.

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