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Rio de Janeiro registra melhor cobertura vacinal desde 2018

Trabalho desenvolvido pela gestão do prefeito Eduardo Paes (PSD) aumentou número de crianças imunizadas na capital fluminense

28 de dez de 2023

Em média, as coberturas vacinais tiveram um crescimento de dez pontos percentuais entre 2022 e 2023

Redação Scriptum com Prefeitura do Rio de Janeiro

Governada pelo prefeito Eduardo Paes (PSD), a cidade do Rio de Janeiro encerra o ano de 2023 com a maior cobertura vacinal desde 2018. A imunização de crianças com até dois anos de idade contra doenças como a poliomielite, por exemplo, aumentou 17 pontos percentuais em relação ao ano passado. No caso da pentavalente, que protege contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e a bactéria haemophilus influenzae tipo b, o aumento na cobertura foi de 17,5 pontos. Em média, as coberturas vacinais tiveram um crescimento de dez pontos percentuais entre 2022 e 2023, interrompendo a tendência de queda observada nos anos anteriores.

Com os números deste ano, o município se reaproxima da meta de 95% de cobertura estabelecida pelo Ministério da Saúde. “O carioca é incrível, é uma população que, em sua imensa maioria, é pró-vacina, até porque já sofreu várias epidemias por doenças imunopreveníveis. Utilizamos muita evidência científica e tecnologia para avançar na cobertura e facilitar ao máximo a vida do carioca que quer se vacinar. Realizamos busca ativa, levamos a vacina aos locais onde a população mais circula e nos esforçamos para conscientizar as pessoas sobre a importância da imunização, que erradicou várias doenças com potencial epidêmico e salvou muitas vidas”, ressalta o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

A recuperação das coberturas vacinais é resultado de iniciativas da administração municipal premiadas pelo Ministério da Saúde na Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi), promovida em novembro. Entre as ações destaca-se a GeoVacina Rio, ferramenta virtual de georreferenciamento para busca ativa das crianças cadastradas nas clínicas da família e nos centros municipais de saúde. “Em algumas áreas, o incremento de cobertura vacinal foi de mais de 20%. Hoje, apenas 14 das nossas 238 unidades têm classificação vermelha, o que indica um percentual de imunização abaixo de 80%. Em maio, quando foi lançada a ferramenta, 134 unidades estavam nessa situação”, destaca a superintendente de Vigilância em Saúde da SMS, Gislani Mateus.

As crianças também foram o foco do programa Vacina na Escola. Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME), a SMS levou vacinas para 1.319 instituições de ensino das redes pública e privada. Em quatro meses, foram 31.039 doses aplicadas. Desse total, 12.569 foram contra o papilomavírus humano (HPV). “Em apenas duas semanas de programa, tivemos uma quantidade de doses aplicadas equivalente a um mês inteiro de atividade nas nossas clínicas da família e centros municipais de saúde”, afirma Gislani.

Localizado na zona Norte da capital fluminense, o bairro Vigário Geral registrou os maiores índices de imunização infantil na cidade. Todas as crianças cadastradas na rede de Atenção Primária foram imunizadas com as três doses da vacina pentavalente. Exemplo do êxito do GeoVacina. Duas clínicas do bairro, Joãosinho Trinta e Iraci Lopes, estão entre as dez unidades com melhor desempenho na aplicação das vacinas destinadas a crianças de até dois anos de idade.

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