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Rio de Janeiro se destaca em gestão ambiental

Equipe do prefeito Eduardo Paes (PSD) comemora a nota A recebida pelas ações em defesa do ambiente. Destaque foi dado pelo Carbon Disclosure Project, organização inglesa sem fins lucrativos

22 de nov de 2023

Em 2022, o Refloresta Rio teve mais de 95 mil mudas plantadas.

Edição Scriptum com Prefeitura do Rio

A equipe do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), está comemorando mais uma conquista na área de meio ambiente. Pela quarta vez, a cidade do Rio de Janeiro se destacou como referência em gestão ambiental, ganhando nota A do Carbon Disclosure Project (CDP), organização inglesa sem fins lucrativos. A entidade avalia as políticas implementadas por cidades e empresas em todo o mundo e, em 2023, apenas 119 cidades alcançaram o topo do ranking.

Projetos como o Refloresta Rio e o acordo de Cooperação Rio-NASA, desenvolvidos pela Prefeitura, ajudaram a cidade a se manter na chamada Lista A, consolidando sua posição de liderança global em ações e transparência climática.

O Carbon Disclosure Project, responsável pela premiação, opera um sistema global de divulgação para que investidores, empresas, cidades, Estados e regiões gerenciem seus impactos ambientais. Para ganhar uma nota A, uma cidade precisa possuir avaliações de risco e vulnerabilidade climática, possuir planos e metas de adaptação e mitigação climática e manter inventários de gases de efeito estufa na escala comunitária. Além disso, é fundamental dar transparência e publicidade aos dados de suas ações. No Rio, é o Instituto Pereira Passos (IPP), da Prefeitura, que compila, gerencia e reporta as informações da cidade ao CDP.

“É o quarto ano que conseguimos a nota máxima nessa avaliação, estamos bastante orgulhosos do nosso relatório feito em 2023, da excelência com que tratamos os dados e informações sobre a ação climática e da nossa cidade, pelas políticas públicas que a atual gestão tem desenvolvido para o assunto”, celebrou o presidente do IPP, Carlos Krykhtine.

O programa Refloresta Rio, um dos mais longevos da Secretaria de Meio Ambiente e Clima – com 37 anos – contempla os processos de reflorestamento e preservação de encostas. Ao longo desse tempo foram recuperados mais de três mil hectares. Mais de 10 milhões de mudas foram plantadas em áreas de encostas, restingas e mangues na cidade do Rio de Janeiro. As mudas utilizadas pelo Refloresta Rio são produzidas em cinco viveiros, que juntos, são capazes de produzir 1 milhão de mudas por ano.

“O Refloresta Rio, a partir do trabalho árduo dos mutirantes e de toda a equipe atuante e aguerrida deste programa, realiza uma das atividades que considero de extrema importância para uma cidade com florestas urbanas como o Rio de Janeiro. No ano de 2022 tivemos mais de 95 mil mudas plantadas. Neste ano, até o mês de setembro, já somamos mais de 101 mil mudas”, ressaltou a secretária de Meio Ambiente e Clima, Tainá de Paula.

Cooperação

A Prefeitura do Rio também tem, por meio do IPP, um acordo de cooperação com a NASA, a agência espacial americana, para melhor monitorar e responder a eventos climáticos, desastres naturais e outros impactos que afetam a cidade. A colaboração aproveita os atributos exclusivos dos dados de satélite e modelos globais da NASA para implementar modelos de perigos ambientais na cidade.

O Rio, por exemplo, foi a primeira implementação local e operacional do modelo global de deslizamento de terra da NASA, com o LHASA Rio (Avaliação de Perigos de Deslizamento para Consciência Situacional). Ainda em 2023, começará a ser testado um novo modelo, o Rio Flood Model, uma ferramenta de previsão de enchentes na cidade. A parceria inclui ainda projetos na área de mapeamento dos impactos das mudanças climáticas e de previsão da qualidade do ar.

Além das ações de mitigação, o Rio de Janeiro tem sido pioneiro na América Latina ao estabelecer uma série histórica de inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE), conduzidos por uma equipe interna do governo municipal. Desde 2012, o Instituto Pereira Passos realiza regularmente os inventários a cada dois anos, adotando a abordagem mais completa conhecida como Basic+ do Global Protocol for Community-Scale Greenhouse Gas Emission Inventories (GPC), também conhecido como Protocolo Global para Inventários de Emissões de GEE de Escala Comunitária.

“Esta iniciativa não apenas destaca o compromisso contínuo do Rio de Janeiro com a transparência e a ação climática, mas também demonstra a aplicação de práticas metodológicas de ponta para monitorar e gerenciar não só as emissões de gases de efeito estufa em nível municipal, mas também os dados produzidos pelo município. Nós compilamos e divulgamos as informações dos órgãos da prefeitura abertamente via CDP e também através do portal Data.Rio, o que é essencial para manter a cidade na A-List”, explicou o coordenador de Informações da Cidade do IPP, Felipe Mandarino.

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