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Conselho para regulamentar comunidades terapêuticas

Ismael (PSD-SC) propõe a criação de conselho nacional para supervisionar tratamento de dependentes químicos

12 de fev de 2025

O deputado Ismael: “Criação do CNCTA permitirá maior supervisão das entidades, além de promover capacitação e desenvolvimento contínuo das equipes envolvidas”

Edição Scriptum com Redação da Liderança do PSD na Câmara

Com o objetivo de melhorar a atenção aos dependentes químicos e seus familiares, o deputado Ismael (PSD-SC) apresentou à Câmara o Projeto de Lei 112/25, que cria o Conselho Nacional das Comunidades Terapêuticas Acolhedoras (CNCTA). Com sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, o órgão deverá supervisionar as unidades que promovem o tratamento de dependentes.

“A criação do CNCTA permitirá uma maior supervisão das entidades, além de promover capacitação e desenvolvimento contínuo das equipes envolvidas, garantindo melhores resultados e proteção aos dependentes e seus familiares”, afirma o parlamentar catarinense, que é coordenador da Frente em Defesa das Comunidades Terapêuticas na Câmara.

O Conselho será composto por autoridades federais e integrantes da sociedade civil com mandato de três anos, permitida uma recondução. Eles serão responsáveis por estabelecer diretrizes, fiscalizar e propor melhorias para as comunidades terapêuticas. Entre suas competências, estão:

Criar normas para funcionamento das instituições;

  • Monitorar a qualidade dos atendimentos prestados;
  • Avaliar a efetividade das políticas de atenção aos dependentes químicos;
  • Promover capacitação para profissionais da área;
  • Desenvolver estudos sobre o impacto das comunidades terapêuticas;
  • Incentivar parcerias para reinserção social dos acolhidos;

Fiscalização

Para continuar funcionando, as comunidades terapêuticas precisarão se registrar no Conselho e cumprir as regulamentações estabelecidas. A fiscalização será rigorosa, garantindo que todas atuem dentro das normas sanitárias e respeitem os direitos humanos dos acolhidos.

O Conselho contará com recursos provenientes do orçamento da União, convênios com órgãos públicos, doações e parcerias com entidades nacionais e internacionais.

“A expectativa é que a iniciativa fortaleça a rede de acolhimento no País, garantindo um atendimento mais qualificado e humanizado aos dependentes químicos”, disse Ismael.

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