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Frente para defender os correspondentes bancários

Parlamentares se unirão para defender empresas que prestam serviços em nome dos bancos, diz Luiz Fernando Faria (PSD-MG)

24 de out de 2024

O deputado Luiz Fernando Faria: proposta é reunir deputados e senadores de diversos partidos para discutir temas como a ampliação da oferta de serviços financeiros no País

Edição Scriptum com Agência Câmara

Com o objetivo de reunir parlamentares para discutir temas como a ampliação da oferta de serviços financeiros e a regulamentação do setor, foi lançada na quarta-feira (23) a Frente Parlamentar Mista dos Correspondentes Bancários. A proposta é reunir deputados e senadores de diversos partidos para discutir temas como a ampliação da oferta de serviços financeiros no País e os interesses dos correspondentes bancários.

Presidente da frente, o deputado Luiz Fernando Faria (PSD-MG) diz que entre os temas a serem discutidos está a regulamentação do setor, que atualmente sujeita os correspondentes às regras impostas pelas instituições financeiras. “Esse é um segmento muito forte, um segmento que está pulverizado no Brasil inteiro e, sobretudo, nos pequenos e médios municípios. Eu sou de Minas Gerais, onde temos 853 municípios e 90% deles são pequenos e médios, que não têm uma agência bancária dos grandes bancos, mas estão lá os correspondentes bancários”, afirmou.

Os correspondentes bancários são empresas que prestam serviços bancários em nome de bancos. Eles atuam como intermediários entre as instituições financeiras e os clientes, facilitando o acesso a produtos como saques, depósitos e pagamentos, principalmente em áreas onde não há agências bancárias.

Faria afirmou ainda que o crescimento do segmento dos correspondentes bancários favorece o acesso ao crédito. “Sem dúvida nenhuma, as pessoas, principalmente aqueles com poder aquisitivo menor, passam a ter acesso direto ao crédito”, acrescentou.

Os correspondentes bancários podem ser encontrados em estabelecimentos como lotéricas, agências dos Correios, lojas de conveniência e redes de supermercados e farmácias. Para ser um correspondente bancário, a empresa precisa ser aprovada pelo Banco Central do Brasil (BACEN).

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