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Luz verde para conscientizar sobre doação de órgãos

Nova iluminação será usada até quarta-feira, a pedido dos senadores Nelsinho Trad e Mara Gabrilli, para conscientizar sobre a importância da doação e também da prevenção à asfixia perinatal, que mata recém-nascidos

24 de set de 2021

O senador Nelsinho Trad: “Um único doador pode salvar dez vidas”

Até a próxima quarta-feira (29), a cúpula e o edifício principal do Senado, em Brasília, serão iluminados com luz verde. A nova cor marcará o apoio à Campanha Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, atendendo aos pedidos do senador Nelsinho Trad (PSD-MS) e do Ministério da Saúde. Além disso, por iniciativa da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), a iluminação também indicará apoio ao Mês de Conscientização da Asfixia Perinatal.

O senador Nelsinho Trad detaca a importância da Campanha Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos, promovida pelo Ministério da Saúde. “O intuito é fazer com que as pessoas conversem com seus familiares e amigos sobre o assunto. Hoje, no Brasil, para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, em nenhum documento. Um único doador pode salvar dez vidas”, diz o parlamentar do Mato Grosso do Sul.

Estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) identificou três motivos principais para a alta taxa de recusa à doação, que não ocorre só no Brasil: incompreensão da morte encefálica, falta de preparo da equipe para fazer a comunicação sobre a morte e religião.

Para quem quiser ser doador, basta comunicar sua família do desejo da doação. A doação de órgãos só acontece após autorização familiar.

Asfixia perinatal

Pesquisas apontam que a asfixia perinatal representa a terceira principal causa de morte de recém-nascidos no mundo e está entre as principais causas de sequelas neurológicas graves, como paralisia cerebral, cegueira ou surdez em bebês, ressalta Mara Gabrilli.

Segundo a senadora paulista, “apesar do profundo impacto socioeconômico causado por essa doença em nosso país, a asfixia perinatal ainda é desconhecida por grande parte da população, situação que acaba dificultando a busca pelo diagnóstico e tratamento adequado. Por isso, a necessidade de maior divulgação e ampliação do conhecimento entre os públicos especializado e comum”.

Fonte: Agência Senado

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