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Pacheco e os atos antidemocráticos: ‘anomalias graves’

Presidente do Congresso celebrou as manifestações de 1º de maio, mas considerou que pedidos de intervenção militar e fechamento do STF “não cabem em tempo algum”

02 de maio de 2022

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco:

Redação Scriptum com Agência Senado

Em suas redes sociais, o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) celebrou as manifestações populares ocorridas domingo (1) em comemoração ao Dia do Trabalhador, mas condenou atos que pediam o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e intervenção militar. Segundo ele, essas manifestações são “ilegítimas e antidemocráticas”.

“O 1º de Maio sempre foi marcado por posições e reivindicações dos trabalhadores brasileiros. Isso serve ao Congresso, para sua melhor reflexão e tomada de decisões. Mas manifestações ilegítimas e antidemocráticas, como as de intervenção militar e fechamento do STF, além de pretenderem ofuscar a essência da data, são anomalias graves que não cabem em tempo algum”, reforçou o presidente do Senado.

Ressaltou que, no domingo, trabalhadores das centrais sindicais e apoiadores de candidatos à Presidência da República fizeram reivindicações legítimas em várias cidades do país. No entanto, em algumas delas, foram feitos protestos pedindo o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e intervenção militar.

Pacheco lembrou ainda que manifestações populares “são expressão da vitalidade da democracia”. O senador disse que são “um direito sagrado, que não pode ser frustrado, agrade ou não as instituições”.

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