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Prefeita quer reduzir despesas em Ponta Grossa (PR)

Elizabeth Schmidt (PSD) anunciou plano para equilibrar as finanças públicas em 2022. Entre as medidas estão a extinção de empresas municipais e a redução do custeio de secretarias

07 de fev de 2022

A prefeita Elizabeth Schmidt em reunião com vereadores

Redação Scriptum com Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Ponta Grossa

Atualização do valor venal de terrenos, redução de 25% no custeio das secretarias municipais e extinção de empresas públicas. Essas são algumas medidas que a prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt (PSD) pretende adotar ao longo deste ano para reduzir despesas e equilibrar as finanças no município de cerca de 358 mil habitantes da região dos Campos Gerais do Paraná. “Há 23 anos não atualizamos o valor venal dos terrenos do município. Isso é um verdadeiro atraso para Ponta Grossa, que fica bem atrás de outras cidades do mesmo porte porque mantém cobrança calculada nos anos 1990 e que não é capaz de cobrir serviços de excelência que precisam ser executados em pleno 2022. Ponta Grossa precisa ser maior que isso, precisa ser maior que interesses políticos e a demagogia de quem usa o povo em benefício próprio e atrasa em décadas o crescimento da cidade”, afirma a prefeita.

No último dia 2, em reunião com sua base de apoio, Elizabeth detalhou os principais projetos que pretende implementar para garantir a eficiência administrativa. “Já determinei aos nossos secretários que pisem no freio, elenquem prioridades e economizem no que puderem. Precisamos melhorar nosso caixa para termos condições de honrar compromissos importantes que queremos cumprir, com foco principal na saúde, que é a nossa grande prioridade para 2022. Sabemos que temos falhas na saúde e vamos trabalhar duro para mudar esse cenário”, disse a prefeita.

Uma das medidas que Elizabeth pretende adotar para o enxugamento da máquina pública é a extinção da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar). “Hoje todos os programas de habitação são provenientes do Governo Federal e do Governo do Estado. Não faz sentido mantermos uma estrutura com 22 funcionários e que custa R$ 6 milhões aos cofres públicos, mas não cumpre mais o papel que cumpria há anos. O modelo mudou e precisamos nos adaptar. Por isso, quero criar uma superintendência de habitação junto à Secretaria da Família e Desenvolvimento Social para organizar o sistema de habitação popular em Ponta Grossa”, ressaltou.

A extinção da Companhia Pontagrossense de Serviços é outra meta da atual gestão. “Não há mais como vender asfalto para o cidadão. Por isso precisamos modernizar os serviços e enxugar essa estrutura, que também custa muito aos cofres”, explicou Elizabeth.

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