Loading

Pesquisar

SAÚDE

Senado votará estratégia de combate à fibromialgia

Presidente da Comissão de Assuntos Sociais, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) defende aprovação de projeto que amplia estratégia contra doença que causa dores crônicas e atinge 4 milhões de pessoas no País

11 de jan de 2022

Petecão preside sessão da Comissão de Assuntos Sociais do Senado

Redação Scriptum com Agência Senado

O presidente da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), defende a aprovação do projeto de lei (PL 3.525/2019), que cria um marco de combate à fadiga crônica e à fibromialgia no Sistema Único de Saúde (SUS). Para ele, o projeto “é meritório e contribui para o tratamento de pacientes que sofrem de dores crônicas”. No Brasil, a doença atinge quatro milhões de pessoas.

O projeto já passou na Câmara dos Deputados e, no Senado, foi aprovado pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS), neste caso com base em relatório do senador Petecão. Agora segue em regime de urgência para o Plenário do Senado.

Petecão lembrou que a fibromialgia caracteriza-se por dor muscular generalizada, crônica, acompanhada de sono não reparador e cansaço. Ela pode acarretar depressão, ansiedade, alterações na concentração e na memória. E tem maior incidência em mulheres de 30 a 50 anos.

De acordo com ele, “apesar de não ter risco de morte, a fibromialgia causa incapacitação e comprometimento na qualidade de vida. A doença evolui cronicamente. O prognóstico funcional é favorável, sobretudo quando os pacientes são tratados por equipe multiprofissional”.

O senador lembra que o SUS já tem uma estratégia de combate à fibromialgia (Portaria 1.083, de 2012), mas afirma que o atual projeto tem alcance mais amplo. “O projeto está em sintonia com o PCDT [Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas] no que tange a atendimento multidisciplinar em medicina, psicologia e fisioterapia. Mas o PCDT não prevê a orientação nutricional, recurso que beneficia muitos pacientes com fibromialgia. O PCDT também não recomenda tratamento medicamentoso específico para a doença, algo coberto aqui por fármacos analgésicos, anti-inflamatórios e antidepressivos”, reforça Petecão.

Informações Partidárias

Notícias