MUNICÍPIOS

Guarulhos (SP) terá 100% do esgoto tratado até 2026

Serviço será universalizado no município três anos antes do previsto no convênio firmado pelo prefeito Guti (PSD) com a Sabesp

02/04/2024

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Redação Scriptum com Prefeitura de Guarulhos

 

O tratamento de esgoto será universalizado em Guarulhos, na Grande São Paulo, até 2026, três anos antes do previsto no convênio firmado pelo prefeito Guti (PSD) com a Sabesp. A informação foi divulgada nesta terça-feira (2) pela companhia estadual, durante reunião realizada no Paço Municipal. Quando o prefeito assumiu o cargo pela primeira vez, em 2017, a cidade tratava apenas 2% do esgoto. “Esses são dois dos maiores legados que qualquer governante pode deixar: água para todo mundo todos os dias e tratamento de esgoto. Investir em saneamento básico é garantir a saúde do guarulhense”, afirma Guti.

A iniciativa faz parte do programa Integra Tietê, que prevê investimentos em outras cidades que despejam esgoto no rio Tietê. O dinheiro investido em Guarulhos permitirá que mais 280 mil residências tenham esgoto tratado, o que representa uma população estimada em 750 mil pessoas.

De acordo com a Sabesp, até o final deste ano, o índice de tratamento de esgoto vai chegar a 40%. Em 2025, será de 50%. O serviço vai chegar a todos os lares do município, que tem cerca de 1,3 milhão de habitantes, com a construção de duas estações de tratamento (ETEs) no Cabuçu e no Jardim Fortaleza.

A Sabesp também vai executar obras para garantir o aumento da capacidade de tratamento das estações Jardim São João, Várzea do Palácio e Bonsucesso. Além disso, serão construídos aproximadamente 230 quilômetros de coletores-tronco e interceptores, que levam o esgoto às ETEs, e 80 estações elevatórias. Os projetos das obras contemplam todas as regiões da cidade. “O avanço do município no saneamento básico é inegável. Nosso legado irá perdurar por gerações”, destaca o secretário municipal de Governo, Edmilson Americano.

Em 2019, a gestão do prefeito Guti acabou com o rodízio de água no município. Em função desse problema, que se arrastava desde o início da década de 1990, moradores de Guarulhos chegavam a ficar sem abastecimento por até três dias.

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