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MUNICÍPIOS

Assaltos em ônibus têm redução de 97% em Curitiba

Ações das gestões de Rafael Greca e Eduardo Pimentel, do PSD, aumentam a segurança na capital paranaense

20 de jan de 2025

Foram apenas 21 ocorrências em 2024, bem menos que os 834 assaltos de 2019

Edição Scriptum com Prefeitura de Curitiba

Com ações adotadas nas gestões do ex-prefeito Rafael Greca (PSD) e do atual, Eduardo Pimentel (PSD), Curitiba está cada vez mais segura. Uma das evidências disso é a redução de 97% no número de assaltos no transporte coletivo entre 2019 e 2024. O aumento do uso de cartões para pagamento da tarifa de ônibus, iniciado em 2020, e a consequente diminuição da circulação de dinheiro, por exemplo, ajudaram a reduzir os crimes.

“A queda no número de assaltos é muito expressiva nos últimos anos. O cartão trouxe praticidade e maior segurança para o passageiro, que não precisa circular com dinheiro em espécie e nem depender de troco do cobrador. Além disso, o cartão dá agilidade no embarque”, diz o presidente da Urbs — empresa de economia mista que administra equipamentos e espaços públicos, além do sistema de transporte da cidade –, Ogeny Pedro Maia Neto.

As câmeras nos ônibus e a ação da Guarda Municipal, com rondas em terminais e estações-tubo, e a vigilância contratada também contribuíram para reduzir os assaltos. Nos terminais, equipes da Guarda Municipal desembarcam das viaturas e fiscalizam banheiros, túneis, plataformas e demais acessos com o objetivo de desestimular e flagrar ações delituosas.

Segundo levantamento da Urbanização de Curitiba (Urbs) com base nos boletins de ocorrência registrados pelas empresas de ônibus, foram apenas 21 ocorrências em 2024, bem menos que os 834 assaltos de 2019. O prejuízo financeiro caiu de R$ 125,2 mil em 2019 para R$ 847 em 2024.

Atualmente, 91% dos pagamentos das passagens no transporte coletivo são feitos com cartões (cartão-transporte, de débito e de crédito). O processo de substituição do dinheiro ganhou fôlego a partir de março de 2020, quando a Urbs passou a adotar o pagamento exclusivo por cartões nos ônibus. Hoje, todas as 242 linhas da cidade, com exceção da Linha Turismo, aceitam o pagamento exclusivamente por cartão. O dinheiro ainda é aceito em terminais e estações-tubo.

Outro incentivo para reduzir a circulação de cédulas veio a partir de março de 2022, quando os ônibus, estações-tubo e terminais da cidade passaram a aceitar, além do cartão-transporte Urbs, cartões de débito e crédito como forma de pagamento.

O cruzamento de dados mostra que o número de ocorrências de assaltos reduziu à medida em que o uso do cartão foi ampliado no transporte coletivo e a circulação de dinheiro foi reduzida. Em 2019, o pagamento em espécie representava 36,8%; em 2020 diminuiu para 32,33% e em 2021, para 31,64%. Em 2022, reduziu para 22% e em 2023, para 11,8%. Atualmente, apenas 8,59% das passagens são pagas com notas.

Os 834 assaltos registrados em 2019 passaram para 560 em 2020; 186 em 2021; 106 em 2022 e 37 em 2023; até chegar aos 21 no ano passado. O cartão-transporte é o principal meio de pagamento nos ônibus. Os cartões de débito e crédito representam cerca de 10% das transações.

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