13 de maio de 2026
· Aedes aegypti, Birigui, chikungunya, dengue, Samanta Borini, zica

Nesta primeira etapa serão visitados 2.400 imóveis; moradias foram selecionadas por meio de sorteio.
Edição Scriptum com Prefeitura de Birigui
O governo da prefeita de Birigui, Samanta Borini (PSD), iniciou nesta semana as visitas para a coleta dos dados que serão utilizados na Avaliação de Densidade Larvária (ADL), ação que faz parte do protocolo de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O trabalho começou no bairro Nossa Senhora de Fátima e será realizado em diferentes regiões do município do interior de São Paulo, com população estimada pelo IBGE em 118 mil habitantes. Nesta primeira etapa serão visitados 2.400 imóveis. As moradias foram selecionadas por meio de sorteio.
A ação vai identificar os locais com maior incidência de criadouros do mosquito e fornecer subsídios para que a prefeitura elabore estratégias de combate e prevenção às doenças de maneira mais eficiente. Durante o levantamento, os agentes comunitários de saúde e as equipes de controle de vetores visitam imóveis e inspecionam quintais, recipientes e possíveis focos de água parada. A última ADL foi realizada na cidade em janeiro deste ano, quando foram vistoriados 2.494 imóveis.
A Secretaria Municipal de Saúde reforçou a importância da colaboração dos moradores de Birigui, que devem permitir a entrada dos profissionais envolvidos na ação. Em texto divulgado no site da prefeitura, a secretaria ressalta que “receber o agente é fundamental para o sucesso do trabalho, já que grande parte dos criadouros do mosquito é encontrada dentro das residências. Além disso, a população pode ajudar nos cuidados preventivos, eliminando recipientes que possam acumular água, limpando calhas, vedando caixas d’água e mantendo quintais organizados”.