
O secretário Beto Preto e o prefeito Tiago Amaral: Opera Paraná é o maior programa de cirurgias eletivas do País em relação à população do Estado
Edição Scriptum com Prefeitura de Londrina
O prefeito de Londrina, Tiago Amaral (PSD), anunciou que a cidade do Norte paranaense, de 577 mil habitantes, vai aderir ao Programa Opera Paraná, de cirurgias eletivas. Com isso, receberá, em um primeiro momento, até R$ 10 milhões para a realização destas cirurgias, que devem começar entre março e abril, a fim de diminuir a fila de espera dos pacientes. O anúncio foi feito após reunião entre Tiago Amaral e o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.
O secretário explicou que o Opera Paraná é o maior programa de cirurgias eletivas do País em relação à população do Estado. “Nós queríamos que Londrina efetivamente aderisse ao programa, viemos tratar disso com o prefeito Tiago Amaral, em nome do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), o qual imediatamente acatou a nossa proposta e vai participar conosco. Com isso, tenho certeza e convicção de que nós vamos conseguir avançar muito em Londrina”, disse.
Tiago Amaral contou que atualmente há cerca de 8 mil pacientes aguardando para fazer as cirurgias, porém a Prefeitura imagina que esse número pode ser bem maior. “Nós estamos falando de pessoas esperando há quase oito anos em filas de cirurgias, que estão deitadas em maca, que estão prejudicadas no seu trabalho, que não conseguem desempenhar suas funções, em decorrência da dificuldade para ter acesso a essas cirurgias. Por isso, nós vamos fazer isso acontecer”, frisou.
Amaral informou que todas as especialidades necessárias poderão ser incluídas nestas cirurgias. “Neste levantamento que estamos fazendo, nós vamos definir aquilo que tem a maior demanda e a maior urgência para colocarmos mais energia, mas o próprio secretário Beto Preto deixou muito claro que nós não vamos fechar as portas para os procedimentos, ou seja, vamos tocar conforme a necessidade que a cidade apresentar”, afirmou.
Com relação à estrutura para a realização das cirurgias, o prefeito disse que, se for necessário, unidades de cidades vizinhas poderão ser utilizadas. “Caso seja possível, nós vamos fazer essas cirurgias aqui em Londrina. Porém, se for necessário, para poder atender mais rápido a população, vamos usar as estruturas regionais”, detalhou.