
No quesito transplante cardíaco, Pernambuco alcançou a segunda colocação no ranking nacional, além de manter a segunda posição no Nordeste em transplantes hepáticos.
Edição Scriptum com Portal da Prefeitura
No primeiro semestre de 2025, Pernambuco realizou 47,4 transplantes renais por milhão de habitantes, superando todas as demais unidades da federação. O número, divulgado pela Revista Brasileira de Transplantes (RBT), publicada pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), foi celebrado pelo governadora Raquel Lyra (PSD) esta semana, em cerimônia em homenagem a familiares de doadores e instituições responsáveis pela posição de destaque de Pernambuco no cenário nacional de transplantes.
“Hoje é um dia de celebração, reflexão e reconhecimento. A gente faz aqui uma homenagem àquelas pessoas e àquelas instituições que têm trabalhado muito para salvar vidas por meio de transplantes. Pernambuco é um dos maiores centros deste tipo do Brasil e eu não tenho dúvida nenhuma de que vamos seguir entregando vida ao Nordeste e ao país”, ressaltou a governadora Raquel Lyra, ao lado da vice-governadora Priscila Krause (PSD).
Durante o evento, a gestão estadual também homenageou familiares de doadores e instituições que se destacam na área do transplante de órgãos. O cirurgião Carlos Moraes, primeiro médico a realizar um transplante cardíaco em Pernambuco, em 1991, ressaltou a importância do momento. “Esse é o reconhecimento do Governo do Estado pelo nosso trabalho, o trabalho de todos os médicos envolvidos com transplantes”, disse.
No quesito transplante cardíaco, Pernambuco alcançou a segunda colocação no ranking nacional, além de manter a segunda posição no Nordeste em transplantes hepáticos.
Presente na cerimônia, Elizabeth Silveira, que recebeu um coração há oito anos, afirmou que o transplante lhe deu uma nova chance de vida. “Eu agradeço todos os dias às famílias que, mesmo na hora da dor, dizem sim à doação de órgãos”, ressaltou. Já Patrícia Maria da Fonseca, mãe de um doador, afirmou que apesar da dor da perda do filho, alguém teve a chance de receber uma nova vida. “Eu enxergo esse gesto como amor ao próximo”, pontuou.
O médico Frederico Castelo Branco, responsável técnico dos programas de Hemodiálise e Transplante Renal do Real Hospital Português, afirmou estar feliz em receber a homenagem em nome da instituição. “O governo mostrou-se favorável a uma política que traz saúde e vida à população”, afirmou.