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Rio Claro (SP) dá atenção especial a alunos com diabetes

Gestão de Gustavo Perissinotto (PSD) usa tecnologia para ampliar qualidade de vida e reduzir faltas às aulas

29 de set de 2025

Programa faz uso da tecnologia para possibilitar aos estudantes controle glicêmico no ambiente escolar e monitoramento contínuo, sem precisar furar o dedo para isso.

Edição Scriptum com Prefeitura de Rio Claro

Em Rio Claro, cidade de 210 mil habitantes na região central do Estado de São Paulo, os cuidados da gestão do prefeito Gustavo Perissinotto (PSD) com a saúde infantil incluem atenção especial e acompanhamento da dieta de alunos da rede municipal de ensino com diabetes mellitus tipo 1. Estes estudantes enfrentam desafios diários, que incluem a administração de insulina e a manutenção de uma dieta equilibrada.

Em Rio Claro, os pacientes da rede municipal de ensino estão inseridos no programa Doce Controle, que faz uso da tecnologia para possibilitar aos estudantes controle glicêmico no ambiente escolar e monitoramento contínuo, sem precisar furar o dedo para isso.

As crianças são atendidas em ambulatório no Centro de Especialidades e Apoio Diagnóstico (Cead). A equipe do ambulatório é composta por médico endocrinologista, enfermeiro, nutricionista e psicólogo. “É feito monitoramento de glicose contínuo destas crianças, melhorando a eficácia do tratamento”, destaca Débora Mota Tavares, que coordena o setor de atenção especializada da Fundação Municipal de Saúde.

O programa Doce Controle é resultado de parceria da Fundação Municipal de Saúde e Secretaria Municipal da Educação. Profissionais da rede municipal de ensino foram capacitados para, se necessário, aplicar a insulina no aluno, a partir de orientação do ambulatório de saúde, sem que seja necessário dispensar a criança da aula, criando um ambiente seguro para o aluno com diabetes.

O objetivo é evitar que o índice glicêmico interfira na frequência e aproveitamento escolar das crianças, além de dar tranquilidade às famílias. “Com isso, as escolas promovem inclusão e garantem que os alunos com diabetes sigam seus tratamentos adequadamente”, observa Débora. Atualmente 36 crianças estão inseridas no programa.

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