
A prefeita Juliana Pavan: ao todo, serão investidos R$ 2,7 milhões no projeto.
Edição Scriptum com Prefeitura de Balneário Camboriú
A prefeita de Balneário Camboriú, Juliana Pavan (PSD), assinou nesta segunda-feira (31), em São Paulo, o Termo de Cooperação Técnica com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que garante a modelagem do projeto de Smart Cities para o município do litoral de Santa Catarina. Com a parceria oficializada, a Fipe poderá começar o desenvolvimento do modelo de cidade inteligente para Balneário Camboriú, que será entregue em sete meses. Ao todo, serão investidos R$ 2,7 milhões no projeto. Os recursos serão ressarcidos futuramente por meio da concessão de serviços, ficando o concessionário responsável pelo pagamento.
Para a iluminação pública, está prevista a implantação de um sistema de georreferenciamento de postes, que ficarão conectados a uma central responsável pelo controle da luminosidade e pela detecção de lâmpadas queimadas. Além disso, todas as luminárias serão substituídas por lâmpadas de LED, garantindo maior eficiência e durabilidade. “Estamos investindo em tecnologia para tornar Balneário Camboriú uma referência em inovação urbana. A iluminação pública, além de demonstrar nosso cuidado com a zeladoria da cidade, também é um fator essencial para a segurança da população. Com essa modernização, garantimos ruas mais iluminadas, eficientes e seguras”, destacou a gestora.
Durante a visita à capital paulista, a prefeita também esteve na Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab-SP), onde conheceu o programa habitacional voltado a moradores de baixa e média renda. O modelo, estruturado por meio de Parcerias Público-Privadas (PPP), permite que o município disponibilize terrenos para a construção de moradias. A empresa fica responsável por melhorias no entorno e a construção de equipamentos públicos, como praças, postos de saúde e escolas. “Balneário Camboriú enfrenta um grande desafio na questão habitacional. Com a valorização do metro quadrado, muitos trabalhadores essenciais para a cidade já não conseguem morar aqui. Precisamos buscar soluções viáveis e conhecer modelos bem-sucedidos nos ajuda a construir uma política habitacional eficiente”, afirma Juliana Pavan.