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Bauru (SP) terá recursos estaduais para combater crise hídrica

Governador Tarcísio de Freitas disse à prefeita Suéllen Rosim (PSD) que o Estado vai priorizar o desassoreamento do rio Batalha, responsável pelo abastecimento de 26% da população da cidade

13 de jun de 2024

A prefeita Suéllen Rosim: governador Tarcíso de Freitas deve assinar nos próximos dias um decreto que também vai possibilitar outras obras na cidade.

Redação Scriptum com Prefeitura de Bauru

Sob a gestão da prefeita Suéllen Rosim (PSD), Bauru será um dos municípios contemplados pelo Programa de Combate à Escassez Hídrica, lançado nesta quarta-feira (12) pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O projeto, que terá investimento total de R$ 250 milhões, vai beneficiar 14 prefeituras paulistas que decretaram estado de emergência em função de problemas provocados pela falta de água. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Tarcísio destacou a importância do desassoreamento do rio Batalha, responsável por 26% do abastecimento de água em Bauru, cidade de 379 mil habitantes da região Centro-Oeste do Estado. “Nós vamos entrar agora com o desassoreamento do rio Batalha, será prioridade. Vamos aprofundar e criar novas captações para enfrentar o período de estiagem”, garantiu o governador.

A prefeita comemorou o resultado da reunião. “Mais uma vez, o governador Tarcísio mostrou sensibilidade, parceria e sintonia com Bauru. Na semana que vem, volto ao Palácio dos Bandeirantes para discutir com o secretário Arthur Lima, da Casa Civil, os detalhes do plano de trabalho que vai resolver a questão do rio Batalha”, afirmou Suéllen.

Segundo ela, o governador deve assinar nos próximos dias um decreto que também vai possibilitar outras obras na cidade. Entre as ações previstas no documento estão a perfuração de poços, a construção de cisternas residenciais e a realização de uma campanha educativa sobre a economia de água.

Investimentos

Bauru sofre com o desabastecimento de água nos períodos de estiagem prolongada há cerca de 20 anos. Entre 2017 e 2020, na gestão anterior, a cidade investiu R$ 11 milhões nos combates à crise hídrica, que afetava a vida de quatro entre dez moradores do município.

No governo de Suéllen Rosim, o Departamento de Água e Esgoto (DAE) investiu cerca de R$ 28 milhões em ações como a criação e reativação de poços artesianos e a construção de três reservatórios. As medidas adotadas pela prefeitura fizeram com que o percentual da população de Bauru que depende do rio Batalha para o abastecimento de água caísse de 36% para 26%.

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