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Belo Horizonte investe para enfrentar as chuvas

Mesmo no período de seca, a gestão do prefeito Fuad Noman (PSD) segue investindo milhões em obras para garantir a segurança da população e evitar alagamentos e desabamentos no período chuvoso

20 de jul de 2022

 

Redação Scriptum com Prefeitura de BH

Mesmo estando no período de seca, a Prefeitura de Belo Horizonte segue trabalhando para garantir a segurança das famílias da cidade, reduzindo riscos de desabamentos e alagamentos em épocas de chuvas. Na terça-feira (19), o prefeito Fuad Noman (PSD) visitou duas das 200 obras emergenciais previstas no Programa de Gestão de Risco Geológico-Geotécnico da Prefeitura – lançado para mitigar os riscos na capital mineira.

Somadas, as intervenções na Vila Nossa Senhora Aparecida, no bairro São João Batista, e na rua José Antônio da Silva, no Jardim Alvorada, receberam investimentos de R$ 1,8 milhão e contemplam a construção de sistemas de drenagem, contenção e pavimentação, entre outras melhorias.

A previsão é de que em até dois anos todas as obras nas grandes encostas da cidade estejam concluídas. O programa prevê que as intervenções mais fáceis e que já tenham projeto desenvolvido sejam realizadas primeiro, com prazo de finalização ainda este ano. Na sequência serão tratadas as que precisam de projetos mais elaborados. Pelo menos 70 intervenções serão finalizadas ainda em 2022. Desse número, 26 estão prontas e 38 em andamento.

Todas as obras são pensadas para evitar que tragédias pelas chuvas ocorram na cidade, por isso, os trabalhos estão programados para o período de seca, em todas as regiões da cidade. “O importante é que se conseguimos salvar uma casa, uma vida, já é um grande lucro. O mais importante para nós é que as pessoas que estão aqui não corram risco de acordar de madrugada com o barro dentro da sua casa”, ressaltou o prefeito Fuad Noman.

O Programa de Gestão de Risco Geológico-Geotécnico da Prefeitura de Belo Horizonte foi lançado em junho deste ano. Ao todo, estão previstas mais de 200 obras emergenciais para mitigar os riscos geológicos na capital, beneficiando cerca de 245 mil pessoas. O investimento é de R$ 118 milhões em até 18 meses.

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