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BH investe para garantir qualidade na Lagoa da Pampulha

Gestão do prefeito da capital de Minas Gerais, Fuad Noman (PSD), tem resultados positivos no esforço para garantir qualidade ambiental num dos principais pontos turísticos da cidade

30 de jun de 2023

Edição Scriptum com Prefeitura de BH

Além de integrar o patrimônio histórico e cultural de Belo Horizonte, a Lagoa da Pampulha tem também grande importância ambiental para a capital mineira. Por isso, tem sido foco de várias ações da gestão do prefeito Fuad Noman (PSD) no sentido de melhorar e preservar a qualidade de suas águas. Os resultados têm sido positivos.

As ações viabilizadas pela Prefeitura para o tratamento das águas da Lagoa da Pampulha estão apresentando melhorias expressivas na qualidade ambiental, conforme os últimos resultados analisados. Os principais indicadores de degradação encontram-se, atualmente, abaixo dos limites estabelecidos para a Classe III da Resolução 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, de acordo com as metas contratualmente firmadas com a Secretaria Municipal de Obras, inclusive com alguns parâmetros registrando valores inferiores aos limites da Classe II, definidos pela mesma resolução.

Com essa condição, o espelho d’água apresenta boa transparência, sem presença de floração de algas e de maus odores. As ações da administração municipal, somadas a outras medidas de combate às causas da poluição, têm se mostrado assertivas e necessárias, devendo manter o seu caráter continuado.

Diariamente também é feita a limpeza do espelho d’água e manutenção da orla com a retirada de cinco toneladas durante o período de estiagem e de dez toneladas no período chuvoso. “O objetivo destas ações é tornar a Lagoa da Pampulha mais resiliente, aumentar a capacidade de resposta do ecossistema e assegurar condições para o exercício da principal vocação dela, que é o lazer contemplativo, com a potencialização do convívio harmônico com a população, estimulando a visitação ao Conjunto Moderno Arquitetônico da Pampulha”, afirma Ricardo Aroeira, da Diretoria de Gestão de Águas Urbanas Municipal.

Alguns problemas ainda persistem, como o mau cheiro na foz dos córregos que levam água ao lago, mas isso decorre de deficiências na infraestrutura de esgotamento sanitário, cuja responsabilidade de operação, manutenção e expansão cabe à Copasa, a companhia encarregada do tratamento de água da cidade, com a qual já foi assinado acordo judicial no âmbito da Justiça Federal, que obriga a concessionária a viabilizar os investimentos e a implementar o Plano de Ação para o Sistema de Esgotamento Sanitário da Bacia da Lagoa da Pampulha no prazo máximo de 5 anos.

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