Edição Scriptum com Prefeitura de BH
Além de integrar o patrimônio histórico e cultural de Belo Horizonte, a Lagoa da Pampulha tem também grande importância ambiental para a capital mineira. Por isso, tem sido foco de várias ações da gestão do prefeito Fuad Noman (PSD) no sentido de melhorar e preservar a qualidade de suas águas. Os resultados têm sido positivos.
As ações viabilizadas pela Prefeitura para o tratamento das águas da Lagoa da Pampulha estão apresentando melhorias expressivas na qualidade ambiental, conforme os últimos resultados analisados. Os principais indicadores de degradação encontram-se, atualmente, abaixo dos limites estabelecidos para a Classe III da Resolução 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, de acordo com as metas contratualmente firmadas com a Secretaria Municipal de Obras, inclusive com alguns parâmetros registrando valores inferiores aos limites da Classe II, definidos pela mesma resolução.
Com essa condição, o espelho d’água apresenta boa transparência, sem presença de floração de algas e de maus odores. As ações da administração municipal, somadas a outras medidas de combate às causas da poluição, têm se mostrado assertivas e necessárias, devendo manter o seu caráter continuado.
Diariamente também é feita a limpeza do espelho d’água e manutenção da orla com a retirada de cinco toneladas durante o período de estiagem e de dez toneladas no período chuvoso. “O objetivo destas ações é tornar a Lagoa da Pampulha mais resiliente, aumentar a capacidade de resposta do ecossistema e assegurar condições para o exercício da principal vocação dela, que é o lazer contemplativo, com a potencialização do convívio harmônico com a população, estimulando a visitação ao Conjunto Moderno Arquitetônico da Pampulha”, afirma Ricardo Aroeira, da Diretoria de Gestão de Águas Urbanas Municipal.
Alguns problemas ainda persistem, como o mau cheiro na foz dos córregos que levam água ao lago, mas isso decorre de deficiências na infraestrutura de esgotamento sanitário, cuja responsabilidade de operação, manutenção e expansão cabe à Copasa, a companhia encarregada do tratamento de água da cidade, com a qual já foi assinado acordo judicial no âmbito da Justiça Federal, que obriga a concessionária a viabilizar os investimentos e a implementar o Plano de Ação para o Sistema de Esgotamento Sanitário da Bacia da Lagoa da Pampulha no prazo máximo de 5 anos.