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Campo Grande: aglomerações ameaçam esforço contra a covid

O prefeito da capital do Mato Grosso do Sul, Marquinhos Trad (PSD), diz que vai intensificar a fiscalização para evitar a desobediência de regras sanitárias. “Tem que ir lá e prender, vou fazer o quê?”

24 de ago de 2021

O prefeito Marquinhos Trad: “Tem que ir lá e prender, vou fazer o quê?”

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), se mostrou irritado esta semana com as pessoas que insistem em se aglomerar em alguns pontos da cidade, sem máscara, boicotando dessa forma os esforços para enfrentar a pandemia de covid-19. Ele disse que as aglomerações, como as observadas na Avenida Afonso Pena, uma das principais da capital do Mato Grosso do Sul, devem ser atribuídas ao “comportamento humano” e que serão reprimidas. “Tem que ir lá e prender, vou fazer o quê?”.

Marquinhos Trad enfatizou que a fiscalização irá continuar e que o fim do toque de recolher não significa a suspensão das medidas de biossegurança. Outro exemplo de desobediência às regras sanitárias foi observado no domingo, quando motociclistas usaram o estacionamento do Aquário do Pantanal para manobras. Quem passava pelo local, se assustava com a aglomeração, sendo que a maioria não usava máscaras.

Trad disse que a situação não pode ser atribuída ao fim do toque de recolher e que não se pode ter a falsa impressão de que a suspensão dessa restrição significa volta à vida normal. “O objetivo do toque é evitar ocupação de leitos de UTI com politraumatismo, tentativa de homicídio”.

Segundo o prefeito, estudo da Secretaria Municipal de Saúde identificou que acidentes de trânsito de maior gravidade acontecem das 23h às 5h e, por isso, o toque de recolher teve vigência nesse período, com variação no início do horário de restrição. “O toque não está diretamente ligado à covid, vírus tem de manhã, tarde, noite”.

O prefeito afirmou que as fiscalizações vão continuar, pois há outras medidas restritivas em vigor, como o funcionamento dos estabelecimentos com até 60% da capacidade. “Se não tiver distanciamento, vai fechar”.

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