
Índice considera 11 variáveis organizadas em quatro dimensões: social, econômica, sustentabilidade e infraestrutura de turismo.
Edição Scriptum com Prefeitura de Curitiba
Foco constante de cuidados da gestão do prefeito Eduardo Pimentel (PSD), a estrutura turística da capital do Paraná já incluiu a cidade entre as melhores do Brasil para investimentos nessa área. Curitiba avançou quatro posições e passou do 7º para o 3º lugar no Índice de Favorabilidade para o Turismo (IFT-GKS), consolidando-se entre as capitais brasileiras com melhores condições para o desenvolvimento de negócios no setor. Na segunda edição do levantamento, a capital paranaense alcançou 71,1 pontos, ficando atrás apenas de Florianópolis (SC) e Vitória (ES).
O IFT-GKS avalia quais capitais reúnem a combinação mais favorável de condições sociais, econômicas, turísticas e de sustentabilidade para impulsionar investimentos e fortalecer o ambiente de negócios no turismo.
Ao longo de 2025, os especialistas responsáveis pelo índice atualizaram dados e incorporaram novas variáveis, com destaque para aspectos ligados à sustentabilidade. O objetivo é ampliar a compreensão sobre os efeitos do turismo nos destinos, especialmente no que diz respeito à qualidade de vida da população residente.
O índice considera 11 variáveis organizadas em quatro dimensões: social, econômica, sustentabilidade e infraestrutura de turismo. A dimensão social inclui indicadores de violência, acesso à saúde, saneamento e nível educacional. A econômica analisa, entre outros fatores, a relação entre beneficiários do Bolsa Família, estoque de empregos, renda média e acesso à banda larga.
Ambiente
Sustentabilidade contempla dados sobre vulnerabilidade climática e proporção de parques e praças em áreas urbanas. A dimensão turismo avalia a oferta de leitos na rede hoteleira e a tarifa média para acesso ao destino. Para o cálculo final do ranking, essa última dimensão recebeu peso 75% maior que as demais.
Cada variável gera uma pontuação de 1 a 10, atribuída de forma comparativa entre as capitais, sendo que a mais bem colocada em cada indicador recebe a nota máxima.
O ranking será atualizado semestralmente, com a proposta de manter o mercado atento às oportunidades no setor. Para o presidente do Instituto Municipal de Turismo (IMT), Rodrigo Swinka, o avanço de Curitiba no ranking é resultado de políticas estruturadas e da capacidade de planejamento da cidade.
“O IFT-GKS é importante porque transforma dados em inteligência estratégica. Ele mostra onde estamos avançando e onde precisamos melhorar. Para a gestão pública, é uma ferramenta que orienta decisões e fortalece a confiança de investidores no potencial turístico de Curitiba”, afirmou.
As 10 capitais mais bem posicionadas
Na segunda edição do IFT-GKS, as dez capitais mais bem colocadas foram:
Florianópolis – 73,0 pontos
Vitória – 72,2 pontos
Curitiba – 71,1 pontos
São Paulo – 69,4 pontos
Brasília – 69,4 pontos
Porto Alegre – 66,0 pontos
Belo Horizonte – 64,8 pontos
Goiânia – 64,4 pontos
Rio de Janeiro – 64,0 pontos
Cuiabá – 62,4 pontos