23 de mar de 2026
· Eduardo Leite, habitação, Rio Grande do Sul

O governador Eduardo Leite: “colocamos as finanças em ordem, voltamos a investir e conseguimos construir uma política estadual de habitação que garante dignidade”
Edição Scriptum com Governo do Rio Grande do Sul
Em uma maratona por diversas cidades do Interior gaúcho, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), entregou 278 casas a famílias atingidas pela violenta chuva que alagou o Estado em maio de 2024, situação considerada como “a maior catástrofe climática” da história da região. Na segunda-feira (23) foram entregues unidades habitacionais do Programa A Casa é Sua – Calamidade a moradores das cidades de Porto Alegre, Campo Bom, Feliz, Nova Esperança do Sul, Salvador do Sul, Santa Tereza e Venâncio Aires.
“Quando assumimos o governo, o Estado mal conseguia pagar as próprias contas e não tinha condições de investir naquilo que realmente transforma a vida das pessoas. Hoje a realidade é diferente: colocamos as finanças em ordem, voltamos a investir e conseguimos construir uma política estadual de habitação que garante dignidade para milhares de famílias. Estamos entregando casas que representam segurança, estabilidade e um novo começo para essas famílias. É o Estado cumprindo o seu papel, trabalhando com os municípios para fazer a diferença na vida das pessoas”, afirmou Leite.
Nas cerimônias de entrega, Leite citou a força da população para superar adversidades e a importância das parcerias com os municípios para viabilizar as entregas. “Enfrentamos muitos desafios e momentos doloridos, mas o que fica após superá-los é a percepção de que estamos mais fortes. Hoje, celebramos a união de forças entre Estado e municípios. Isso foi possível graças às reformas e ao controle das contas, que nos permitiram manter o Estado em dia e consolidar um governo municipalista, que atua em parceria direta com as gestões locais”, destacou.
Política habitacional
O Programa A Casa é Sua – Calamidade foi criado para promover a política habitacional de emergência, com a construção de moradias permanentes em municípios com situação de calamidade pública reconhecida. Ao todo, o Governo do Estado prevê o investimento de R$ 647 milhões para a construção de 2.780 casas definitivas em 51 cidades atingidas pelas enchentes.
Nesse investimento estão incluídos os custos com desapropriações, infraestrutura dos terrenos e saneamento básico. Para realizar a ação, o Estado utiliza dois métodos construtivos: painel de concreto e steel frame, de acordo com as Atas de Registro de Preços do Estado. Em breve, também será adotado o modelo de construção modular.
As casas de painel de concreto possuem 44 metros quadrados (m²), já aquelas construídas com steel frame têm 55 m². Todas as moradias contam com dois dormitórios, sala e cozinha conjugadas, banheiro, varanda e área de serviço externa. O terreno e a infraestrutura das áreas onde são instaladas as casas ficam a cargo das prefeituras. Em algumas situações, diante da falta de terrenos aptos, o governo do Estado também atuou no apoio à desapropriação de áreas.