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ELEIÇÕES 2020

Em Belo Horizonte, pesquisa indica reeleição de Kalil no 1º turno

Levantamento mostra que o candidato do PSD, atual prefeito da capital mineira, tem 55% das intenções de voto, contra apenas 7% do segundo colocado.

24 de set de 2020

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), poderá ser reeleito este ano já no primeiro turno, em 15 de novembro. É o que mostra pesquisa divulgada na quarta-feira (23) pela TV Record em Minas Gerais, realizada pelo Instituto Real Time Big Data. O candidato do PSD aparece com 55% das intenções de voto, contra apenas 7% do segundo colocado, enquanto os demais concorrentes têm 4% ou menos. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Os entrevistados pela pesquisa também mostraram que a avaliação da gestão de Kalil à frente da prefeitura de Belo Horizonte é bastante positiva. O levantamento mostrou que 62% dos entrevistados consideram a administração como ótima ou boa. Já 14% avaliam como regular, enquanto 21% classificam a gestão como ruim ou péssima. Outros 3% não souberam ou não responderam.

Além disso, 67% aprovam a gestão de Kalil, enquanto 25% afirmaram desaprovar a administração. Oito por cento dos entrevistados não souberam ou não responderam.

O Instituto Real Time Big Data ouviu 1.000 eleitores de Belo Horizonte, com 16 anos ou mais, entre os dias 18 e 21 de setembro de 2020. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro do levantamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é MG-02161/2020.

Plano de governo

Kalil oficializou sua candidatura à reeleição na terça-feira (22) e registrou na Justiça Eleitoral a coligação “Coragem e Trabalho”. A chapa será pura: conforme decidido na convenção do PSD, o vice de Kalil será o ex-secretário de Fazenda de Belo Horizonte, Fuad Noman, presidente municipal do PSD.

O prefeito apresentou também o plano de governo que pretende implantar na capital mineira nos próximos quatro anos. O documento tem 104 páginas e é dividido em 13 eixos. As propostas começam pelas áreas da saúde e da educação, passam por habitação e mobilidade urbana e terminam em modernização da gestão e superação da pandemia e retomada econômica.

O plano de governo abre com uma carta de apresentação escrita por Alexandre Kalil. Nela, ele afirma que governar Belo Horizonte tem sido uma sequência de desafios e que teve efetivamente apenas dois anos, 2018 e 2019, para implementar na cidade tudo o que desenhou. De acordo com ele, 2017 foi o ano de aprender como a prefeitura funciona, reformar a sua estrutura e reconquistar o equilíbrio orçamentário

Na carta, Kalil relembra que, “em 2020, o ano começou com a maior chuva da história e seguiu com uma pandemia como nunca antes vista. Com isso, acabei tendo efetivamente dois anos de governo para implementar tudo o que desenhei. E, mesmo sem ter prometido nada durante campanha, entreguei muito”.

A coligação “Coragem e Trabalho” é formada pelo PSD e mais sete partidos: MDB, DC, PP, PV, Rede, Avante e PDT. O apoio partidário terá efeito no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão, que deve totalizar cinco minutos e 31 segundos por dia, o equivalente a 27,5% do total.

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