
Ilha do Campeche é um dos principais cartões-postais de Florianópolis; praia fica na região Sul e atrai milhares de turistas
Edição Scriptum
A gestão do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), vem adotando diversas iniciativas para tornar a capital catarinense ainda mais agradável para os turistas de todo o País e também do exterior que visitam a cidade todos os anos. Uma das ações foi a criação do Monumento Natural Municipal da Ilha do Campeche, nova Unidade de Conservação (UC) que promete mudar a forma como o local será visitado e preservado. A medida busca proteger a biodiversidade, ordenar o turismo e reforçar a fiscalização contra impactos ambientais.
Outra medida importante é a regularização e qualificação dos quiosques que atendem moradores e visitantes nas praias e pontos turísticos do município. Cerca de 120 quiosques e bares irregulares foram identificados pela Prefeitura, que já notificou 72 pontos, com 35 deles desocupados na primeira etapa de regularização.
Os pontos considerados ilegais, em sua maioria, não têm qualquer tipo de alvará e também não cumprem obrigações tributárias que são exigidas aos demais estabelecimentos comerciais no município.
Cartão postal
Por sua vez, a criação da unidade de conservação da Ilha do Campeche prevê a manutenção da visitação pública de forma compatível com os objetivos de conservação, com limites mais claros, monitoramento, infraestrutura adequada e associada a ações de educação ambiental.
A Ilha do Campeche é um dos principais cartões-postais de Florianópolis. A praia fica na região Sul da capital catarinense e atrai anualmente milhares de turistas. Com a criação do Monumento Natural Municipal, o limite será de 770 visitantes por dia, podendo chegar a 800 pessoas nos meses de alta temporada, até a conclusão do Plano de Manejo, previsto para o início de 2026. Esse documento definirá regras para uso público, conservação e capacidade de carga da ilha.
A mudança busca fortalecer o turismo de base comunitária, em contraposição ao turismo de massa que gera pressão sobre o ecossistema e o patrimônio cultural da ilha. De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Alexandre Waltrick, a criação da unidade de conservação garante qualidade de vida para as comunidades do entorno, fortalece o turismo responsável e assegura que esse legado permaneça para as futuras gerações.