
Forças de segurança pública goianas têm correspondido aos investimentos em integração, em adoção de serviços de inteligência e em reforço de pessoal
Edição Scriptum com Governo de Goiás
Ao mesmo tempo em que vem conquistando posições cada vez melhores no ranking dos Estados mais seguros do Brasil, Goiás também está reduzindo rapidamente o número de intervenções policiais que resultaram em mortes. Enquanto a letalidade policial cresceu em 17 Estados do Brasil, Goiás se mantém na rota contrária, registrando quedas consecutivas no número de intervenções fatais há quatro anos. No ano passado, Goiás contabilizou o menor número de mortes da série histórica iniciada em 2019, com 364 casos e queda de 2,4%.
Para o governador Ronaldo Caiado (PSD), os dados endossam que é possível equilibrar a autoridade da lei e o controle do uso da força letal. “Temos que garantir disciplina e respeito, não para perseguir, mas para fortalecer a instituição que protege a sociedade. Nesse sentido, temos trabalhado para equipar e valorizar as polícias, dando-lhes condições de ação e mecanismos de controle interno que preservem a ética”, afirma o governador.
De fato, as forças de segurança pública goianas têm correspondido aos investimentos promovidos pela gestão de Ronaldo Caiado, que priorizou a integração; a adoção de serviços de inteligência e o reforço de pessoal.
As intervenções policiais que resultaram em mortes em Goiás estão em declínio desde 2022, quando foram documentados 535 casos. São 76 mortes a menos comparado a 2021, cujo número foi 611. Em 2023 os números apontam 517 ocorrências fatais e, em 2024, houve uma queda expressiva para 373. A redução consolidada nos últimos 4 anos aponta uma redução de 40,4% na letalidade policial em solo goiano.
Com a injeção de recursos em equipamentos de ponta e em sistemas de videomonitoramento integrados, o policial que atua na linha de frente de combate ao crime passou a contar com um suporte de informações que permite abordagens mais assertivas e seguras, tanto para o agente quanto para o cidadão. “Cada ação conjunta, cada operação planejada e cada política pública implementada demonstram a capacidade do Estado de romper com a criminalidade organizada”, acrescenta Caiado.
Comparação
A cada ocorrência fatal registrada em solo goiano, 4,3 ocorrem na Bahia, Estado cuja quantidade de pessoas mortas por força policial chegou a 1.569 em 2025, maior letalidade no Brasil. Em todo o Brasil, foram 6.519 casos, um crescimento de 4,5% no mesmo período.