
O prefeito Marquinhos Trad e a ministra Teresa Cristina
O candidato do PSD à reeleição como prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, está muito à frente dos demais 14 concorrentes ao cargo. A constatação é de pesquisa Ibope realizada a pedido da TV Morena e divulgada no último fim de semana. Marquinhos, de acordo com o levantamento, tem 41% das intenções de voto, enquanto seu adversário melhor colocado aparece com 11% das menções pelos entrevistados.
Outra boa notícia para o candidato foi o apoio que recebeu da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para quem o atual prefeito ‘soube fazer acontecer” quando assumiu a gestão da capital do Mato Grosso do Sul. “Hoje ele está aí, como candidato à reeleição e eu tenho certeza que essa dupla (Marquinhos e Adriane Lopes, candidata a vice-prefeita) que deu certo no primeiro mandato, poderá fazer muito mais pela nossa Capital”, disse Tereza Cristina.
A pesquisa contratada pela TV Morena foi registrada no TRE-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) desde o dia 10 deste mês sob o número MS-01902/2020. Como a pesquisa tem margem de erro de quatro pontos percentuais, a variação do percentual de intenções de voto de Marquinhos pode ir desde os 37% até os 45%. O índice de confiabilidade da pesquisa é de 95%.
Ao todo, foram entrevistadas 602 pessoas, todas por telefone devido ao distanciamento social em prevenção à covid-19, começando no dia 14 e terminando nesta sexta-feira (16), quando foi divulgada pela emissora.
Em vídeo, divulgado nas redes sociais, a ministra da Agricultura e Abastecimento, Teresa Cristina, elogiou a atuação de Marquinhos frente à Prefeitura de Campo Grande e destaca o seu empenho pela recuperação da cidade. “Acompanhei desde o início toda a angústia e ansiedade que o prefeito teve quando pegou Campo Grande cheia de problemas, com buracos, contas sem pagar. O que ele fez durante a sua gestão para poder caminhar. Várias vezes foi à Brasília e eu o acompanhei em alguns ministérios para pedir recursos para nossa Capital. Muitas vezes saía de lá frustrado, porque às vezes conseguíamos os recursos, mas Campo Grande não conseguia receber”, enfatiza a ministra referindo-se à instabilidade administrativa vivida até então, o que prejudicou a captação de recursos e busca por novos investimentos.