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Júlio César apoia desenvolvimento agrícola do Piauí

O deputado federal do PSD coordenou encontro entre produtores do Estado e ministros para discutir medidas que ampliem o aproveitamento do potencial agrícola da região

26 de jun de 2020

O deputado Julio Cesar em videoconferência com representantes de federações de agricultura do Nordeste

Tendo por objetivo acelerar o desenvolvimento econômico e social do Piauí, o deputado federal Júlio César (PSD-PI) vem trabalhando para ampliar o aproveitamento do potencial do Estado na produção agrícola. Metade dos 8 milhões de hectares do Estado poderia produzir grãos e outros alimentos, mas apenas 12% da área é utilizada para isso.

Em busca de recursos para corrigir essa defasagem, Júlio César coordenou este mês um encontro entre produtores de soja do Piauí e autoridades do governo federal, para apresentar demandas do setor.

Representando os produtores, dirigentes da Aprosoja Piauí (Associação de Produtores de Soja do Estado do Piauí) participaram de videoconferência com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho e representantes do Ministério da Economia.

No encontro virtual, o presidente da Aprosoja, Alzir Neto, explicou que a baixa exploração se deve, em parte, à falta de estrutura e de mais atenção ao setor, no Nordeste, por parte dos ministérios. A ideia é que mais programas cheguem voltados a setores da produção agrícola como a soja, algodão e o milho, alcancem a região.

Segundo Alzir Neto, um dos pontos demonstrados na reunião às autoridades foi que o Governo Federal hoje não tem nenhuma obra importante, que seja estruturante, na região do Cerrado piauiense. “O deputado Júlio César foi o mediador e o coordenador deste debate e conseguimos apresentar aos ministros a importância deste setor não só no Piauí como no Nordeste todo e demonstrar a necessidade de o Governo Federal atuar neste sentido”, explica.

Também foi discutido outro ponto de grande interesse para o produtor piauiense: as dificuldades burocráticas nas operações com o Banco do Nordeste, cujos representantes também participaram da videoconferência. “A burocracia e a morosidade impedem que o crédito chegue e que nossas atividades sejam desenvolvidas dentro do prazo correto”, explicou o presidente da Aprosoja. Em média o produtor espera de 6 a 8 meses, quando este tempo poderia ser reduzido para 90 dias.

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