05 de fev de 2015
· Camilo Santana, Ceara, Kassab, Roberto Cláudio
O ministro Gilberto Kassab, das Cidades, passou quase toda esta quinta-feira (5) em Fortaleza, onde teve reuniões de trabalho com o governador do Ceará, Camilo Santana, e com o prefeito da capital, Roberto Cláudio.
Acompanhado de assessores técnicos do Ministério, Kassab falou sobre as obras de responsabilidade da pasta que estão em execução no Estado e em Fortaleza, além das demandas locais – foram apresentados projetos de interesse nas áreas de habitação social e mobilidade.
Pela manhã, com o governador Camilo Santana, Kassab conversou sobre projetos de interesse da gestão. “Ele está assumindo agora e discutimos ideias que podem render parcerias com o Ministério das Cidades, de forma que ele possa planejar os próximos quatro anos”, disse o ministro.
Um dos principais projetos apresentados pelo governador Camilo Santana, segundo o ministro, foi a meta da terceira fase do programa Minha Casa, Minha Vida no Ceará: erguer 50 mil moradias em todo o Estado.
À tarde Kassab esteve com o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio. Na capital do Ceará há vários projetos do Ministério das Cidades em andamento. Em saneamento, por exemplo, são sete intervenções. Há, ainda, obras em áreas de risco e a Prefeitura tem projetos para melhorar a mobilidade urbana.
Desde que tomou posse, há pouco mais de um mês, Kassab já esteve com os governadores de Santa Catarina, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Piauí, Espírito Santo, São Paulo e Goiás; e com os prefeitos de Vitória, Teresina, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife, Florianópolis, Palmas, Belo Horizonte e João Pessoa. Fez, também, reuniões regionais no interior em São Paulo – São Bernardo do Campo (na Grande São Paulo), Jaú, Porto Feliz, Paranapanema e Jundiaí.
Kassab pretende, até o final do mês de fevereiro, concluir o mapa de todas as obras de responsabilidade do Ministério das Cidades em andamento em todos os Estados e capitais brasileiros. “A partir daí, vamos definir o cronograma de trabalho para os próximos quatro anos”, diz.