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Leite vistoria obras para recuperação de Porto Alegre

Governador gaúcho destaca importância de investimento para reconstrução do Estado após tragédia climática

21 de jan de 2026

O governador Eduardo Leite e o prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo, se reuniram para monitorar o andamento das obras que integram o programa

Edição Scriptum com Governo do Rio Grande do Sul

Uma das cidades mais atingidas pela tragédia climática que se abateu sobre o Rio Grande do Sul, no primeiro semestre de 2024, Porto Alegre já teve aprovados repasses de R$ 171,6 milhões do fundo criado pela gestão do governador Eduardo Leite (PSD) para a reconstrução do Estado. Na quarta-feira (21), Leite e o prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo, se reuniram para monitorar o andamento das obras que integram o Programa Fundo a Fundo da Reconstrução.

“Estamos trabalhando de forma muito próxima com a Prefeitura de Porto Alegre para garantir que as obras ocorram com rapidez e responsabilidade. O Estado já aprovou o repasse de R$ 171,6 milhões pelo Fundo a Fundo da Reconstrução, com recursos destinados à recuperação de diques, comportas e casas de bombas, e analisa os novos projetos”, assegurou Leite. “Esses investimentos, que integram o Plano Rio Grande, são fundamentais para recompor sistemas existentes e fortalecer a proteção contra cheias, garantindo mais segurança para a população e mais resiliência para Porto Alegre e todo o Rio Grande do Sul.”

Os recursos contemplam a recuperação de diques, estações de bombeamento de água e esgoto e comportas danificadas; e a realização de estudos para a construção do sistema de proteção contra cheias.

Liderado pelo governador, o Plano Rio Grande é o programa de Estado criado para proteger a população, reconstruir o Rio Grande do Sul e torná-lo ainda mais forte e resiliente, preparado para o futuro.

Sebastião Melo, por sua vez, ressaltou os esforços conjuntos que permitem o avanço dos trabalhos. “Porto Alegre é uma cidade mais segura e preparada do que em 2024. Avançamos na recuperação das estruturas e dos equipamentos públicos atingidos, mas precisamos pensar no futuro e qualificar o sistema de proteção contra enchentes com robustez”, disse. “Só há um caminho para reforçarmos a bacia hidrográfica do Guaíba e da Região Metropolitana: a união dos esforços de todos os entes de governo.”

Desastre

As fortes chuvas e o transbordamento dos rios causaram um desastre catastrófico no Rio Grande do Sul em 2024. Mais de 2,4 milhões de pessoas afetadas, 183 mortos e mais de 600.000 desabrigadas. 96% dos municípios do Estado foram afetados, juntamente com estradas, redes de água e telecomunicações.

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